Fugindo do inferno
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Até hoje, na centenária história do gigante Grêmio, nenhum presidente ganhou uma Libertadores e caiu para a Série B

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Fábio André Koff era o presidente do Grêmio quando da conquista da primeira Libertadores, em 1983. Koff também estava no comando quando do bicampeonato, em 1995. 
O tri, em 2017, chegou com Romildo Bolzan na presidência. Bolzan, que foi alçado ao cargo sob indicação de Koff. 
Sob a presidência de Rafael Bandeira dos Santos o Grêmio conheceu seu primeiro rebaixamento para a Série B em 1991. Com Flávio Obino o segundo, em 2004.
Até hoje, na centenária história do gigante Grêmio, nenhum presidente ganhou uma Libertadores e caiu para a Série B. Nenhum conheceu o céu e o inferno durante a gestão. É isto que Romildo tenta evitar. O jogo da encruzilhada acontece nesta sexta-feira.
Bandeira passou a faixa presidencial para Koff, que herdou um clube endividado, sem dinheiro para pagar água e luz.
Obino herdou um Grêmio na maior crise financeira da sua história. A falência da ISL fez com que a folha salarial, que passava dos R$ 2 milhões, uma fortuna na época, despencasse para R$ 500 mil.
A herança de Romildo foi deixada por ele: cinco anos de superávit, folha de R$ 16 milhões e meio bilhão em venda de jogadores.


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