O drible de Romildo

O drible de Romildo

Presidente já teria a decisão tomada de demitir Felipão antes da coletiva

Hiltor Mombach

Romildo queria um acerto amigável com Felipão

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O jogo Santos 1 x 0 Grêmio encerrou por volta das 18h de domingo.

Vieram as entrevistas.

Não se percebeu na fala de Felipão de que ele estava ameaçado de sair.

Pela fala de Romildo, a decisão sobre o futuro do treinador seria tomada após a partida de quarta-feira diante do Fortaleza.

O relógio seguiu seu caminho e a surpresa.

Depois da meia-noite, o site do Grêmio trouxe a informação da saída de Felipão.

A informação obtida por este blogueiro é de que Romildo deu um drible na imprensa.

Foi para a coletiva com a decisão tomada de demitir o treinador.

Mas não deu pista porque queria um acerto amigável.

Um acerto que permitisse contratar um novo treinador.

A nova regra, válida para Série A e Série B, prevê que um time pode ter apenas dois técnicos ao longo da competição, e o treinador só pode trabalhar em dois clubes ao longo da temporada. No texto da CBF, porém, existem duas brechas.

A primeira delas permite que, em ocasiões em que os próprios treinadores pedirem demissão, o número de trocas não será contabilizado para os times. Ou seja, o clube teria uma "contratação a mais para fazer". 

Na outra brecha, está previsto que a mudança não será contabilizada para nenhum dos lados caso a saída do treinador seja feita em comum acordo. Em situações de demissão por justa causa também não vai contar a mudança.

"Eventual pedido de demissão por parte do treinador, demissão por justa causa por iniciativa do clube ou rescisão por mútuo acordo não serão computados para os efeitos deste artigo", diz a regra.

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