O nome dele é Bitello

O nome dele é Bitello

Nos dois primeiros jogos do ano, marcou dois gols. Sábado, diante do Caxias, só anotou porque estava enfiado no ataque feito um centroavante.

Hiltor Mombach

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Quando vi Dourado jogar pensei que um dia ele faria a segunda volância e, com o tempo, atuaria mais avançado. Errei.
Quando vi Tinga jogar no Grêmio, feito um ponteiro direito, um tanto peladeiro, pensei que dali não sairia nada. Errei feio.

Dourado ficou reservado à primeira função do meio-campo. Baita jogador, mas limitado. Tinga saiu do Grêmio, foi para o exterior, voltou primeiro volante, veio para o Inter como segundo volante e aos poucos acabou sendo pela fundamental por fazer o vaivém, ajudava na marcação e se arriscava na armação.

Edenílson deixou a segunda função para ser uma espécie de motor do Inter pela direita. Armava e fazia gols. Fez uma falta danada no sábado. A direção cometeu grave erro ao mandá-lo para o Galo.

Bitello faz, e bem, todas as funções de marcação e ajuda na frente, realiza o vaivém. É peça rara no futebol de hoje.
Nos dois primeiros jogos do ano, marcou dois gols. Sábado, diante do Caxias, só anotou porque estava enfiado no ataque feito um centroavante. Não deve ficar muito tempo na Arena com o futebol que anda jogando vai tempo. Uma pena. Bitello anda fazendo toda a diferença e não de agora.


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