OAS, MP, Arena: o imbróglio
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OAS, MP, Arena: o imbróglio

Fala aqui, ouve ali, e teria se chegado ao consenso de que a OAS vem sendo o grande empecilho

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O dicionário registra que imbróglio significa “circunstância em que há confusão; momento dificultoso.”
Em recente reunião envolvendo as partes interessadas nas obras do entorno da Arena, assunto que se arrasta desde 2012 com a inauguração do estádio e posterior pedido de recuperação judicial da construtora, a OAS, houve momentos dificultosos.
Fala aqui, ouve ali, e teria se chegado ao consenso de que a OAS vem sendo o grande empecilho e que, por este motivo, vemo sendo alvo de cobranças mais fortes do Ministério Público.
Eduardo Chemale Selistre Peña, da Zugno e Peña Advogados, que atuou como CEO da Arena Porto-Alegrense, estaria, assim, no condicional, presente na reunião representando a construtora e determinado momento se retirou. 
Por WhatsApp, Eduardo Peña diz que “de toda forma, não estou mais nesse assunto”. Antes, informa que “o prazo das obras nem iniciou. Só inicia quando a venda (da Arena) ao Grêmio.”
Não só o clube tem interesse na realização das obras do entorno acordadas em contrato, mas vários bairros. Uma pendenga que logo completará uma década e que não tem previsão para acabar.

 


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