Contagem regressiva para as prévias tucanas

Contagem regressiva para as prévias tucanas

Enquanto a disputa não ocorre, Leite se divide entre candidato e governador

Taline Oppitz

Em Piauí, Leite tirou foto com apoiadores

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A menos de um mês das prévias do PSDB para definir quem será o candidato do partido ao Planalto em 2022, o governador Eduardo Leite, que enfrentará João Doria, está se dividindo entre agenda do Executivo e de candidato. Ontem, Leite cumpriu compromissos em Natal, no Rio Grande do Norte, onde recebeu o apoio do prefeito, Álvaro Dias, e de vereadores. Após, os destinos foram Teresina, no Piauí, e Maranhão.

Hoje, Leite participa de atos em Palmas, no Tocantins. Dia 1º, o governador gaúcho fará uma pausa na campanha e representará o Estado na COP26, a 26ª edição da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, até o dia 5, em Glasgow, na Escócia. Doria, por sua vez, está em Dubai. Ontem, ele se reuniu, por lá, com empresários do setor da construção civil e imobiliário de São Paulo, liderado pelo presidente do Secovi-SP, Basilio Jafet.

Apesar de diversas candidaturas já terem sido lançadas no Rio Grande do Sul, o desfecho das prévias tucanas, cujo primeiro turno ocorrerá em 21 de novembro, terá impacto no mapa eleitoral. Independentemente do desfecho. O MDB, um dos maiores partidos do Estado, ainda não definiu seu pré-candidato. O sonho de consumo é o ex-governador José Ivo Sartori. Por ora, Sartori tem dito a amigos que não pretende concorrer. Uma prévia, então, deve definir o escolhido. Internamente, no entanto, emedebistas sustentam que algum movimento deve ser realizado pelo partido após o resultado da disputa interna do PSDB.


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