Passaporte vacinal volta à pauta da Câmara de Porto Alegre com força

Passaporte vacinal volta à pauta da Câmara de Porto Alegre com força

Mesa Diretora deverá votar, nesta quinta, o requerimento exigindo que apenas parlamentares vacinados possam ingressar no plenário

Taline Oppitz

Câmara deve avançar no debate do passaporte vacinal

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O tema do passaporte vacinal, que estabelece a necessidade de apresentação da carteira de vacinação contra a Covid-19 para o acesso a locais com público, voltou com força à pauta em Porto Alegre. O assunto já havia gerado polêmica em julho, quando após manifestação da Secretaria da Saúde, levou a prefeitura a divulgar nota sustentando que não haveria a obrigatoriedade da vacinação contra a Covid-19 para garantir o acesso em locais com público, tampouco punição para as pessoas que não quiserem se vacinar.

Além de projetos sobre a pauta, entre eles o de Leonel Radde (PT), que chegou a começar a ser discutido mas acabou adiado, há a articulação de colegas como Claudio Janta (Solidariedade), que defendem publicamente a necessidade de adoção de um passaporte vacinal na Capital. Segundo ele, a iniciativa aceleraria a retomada da economia, especialmente do setor de eventos. O tema gera controvérsias não apenas por aqui, mas também em outras cidades e estados, como São Paulo.

A expectativa é a de que a mesa diretora da Câmara da Capital decida nesta quinta o destino de requerimento apresentado pela vereadora Laura Sito (PT), solicitando que apenas parlamentares vacinados, pelo menos com a primeira dose, possam ingressar no plenário. Os que não quiserem se vacinar, participariam das discussões de forma virtual, já que a Casa está funcionando de forma híbrida. O requerimento foi protocolado após discussão em plenário, do projeto de Radde, no qual a vereadora Fernanda Barth (PRTB) afirmou que não iria se vacinar, pois teve Covid e ainda está imunizada. Ela sustentou ainda que as vacinas são experimentais e que a Coronavac é “quase um placebo”. 


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