A família na cooperativa
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A família na cooperativa

Há 17 anos, a Coopermil, de Santa Rosa, envolve mulheres no sistema cooperativista através do Programa de Educação Social


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A Cooperativa Mista São Luiz (Coopermil), de Santa Rosa, realiza, há 17 anos, um trabalho voltado às mulheres, contemplando esposas e fi­lhas de associados. A atividade faz parte do Programa de Educação Social desenvolvido pela área social da organização. Neste projeto, são desenvolvidos encontros em grupos, organizados nas comunidades onde a Coopermil está inserida.

O presidente da cooperativa, Joel Antônio Capeletti, destaca que a importância do Programa é oferecer melhor qualidade de vida às mulheres e, consequentemente, às famílias. “Assim como os homens associados, queremos que elas também se sintam importantes em seu meio familiar, trazendo para casa orientações sobre os diversos assuntos e, assim, deixá-las bem informadas”.

Atualmente, o programa conta com 28 grupos, totalizando mais de 730 mulheres em 16 unidades da cooperativa. Glotilde Bao, coordenadora do projeto, elenca temáticas diferenciadas, as quais são desenvolvidas em parceria com outros profi­ssionais, com entidades ou, até mesmo, ordenados pela cooperativa. “Desde 2008, muitas mulheres começaram a participar e a se interessar pelos assuntos. Desta forma, percebemos o quanto melhoramos a qualidade de vida delas, e este é o nosso objetivo: oferecer informações de saúde, educação e esclarecer as suas dúvidas dos mais variados temas”, destaca.

Os encontros ocorriam a cada dois meses, quando eram abordados assuntos referentes ao bem-estar, cultivo de hortaliças, jardinagem, saúde em geral, culinária e outros temas sugeridos pelas mulheres. Porém, devido à pandemia, o Programa precisou reinventar-se. Gravações de receitas disponibilizadas nas redes sociais da Coopermil, programas de rádios informativos, com conteúdos relacionados às datas comemorativas, alimentação e autoestima e grupos em plataformas de mensagens instantâneas deixam as mulheres próximas umas das outras e bem-informadas.

“Mesmo com a Covid-19, não queremos nos distanciar e não queremos deixá-las sem informações. Então, criamos formas para que elas possam estar envolvidas e interagindo virtualmente conosco. Assim, conseguem ter uma vida mais digna, além de trocar experiencias, como já faziam nos encontros presenciais”, explica a coordenadora. O Programa de Educação Social Coopermil é mantido pela cooperativa e constitui-se em um dos trabalhos mais signifi­cativos realizados com as mulheres trabalhadoras rurais no Noroeste gaúcho.