Grupo SLC direciona investimentos para transformação digital

Grupo SLC direciona investimentos para transformação digital

Fundada em 1945, em Horizontina, empresa prevê R$ 70 milhões de investimentos em quatro anos

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COLABORE

Equipes buscam a conexão em tempo real dos dados coletados para otimizar a produção em todas etapas


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Inovação, conectividade e tecnologia são os principais pilares do Grupo SLC que, neste ano, chega aos 75 anos. O Grupo é controlador das empresas SLC Máquinas, concessionário John Deere com 18 unidades no Rio Grande do Sul, e SLC Agrícola, reconhecida mundialmente pela produção de grãos e fibras.

Cerca de R$ 70 milhões serão destinados, de 2020 a 2024, à SLC Máquinas. O Diretor de Operações, Anderson Strada, explica que R$ 20 milhões, somente neste ano, estão sendo destinados para a construção da nova sede em Cruz Alta. “Esse projeto é pioneiro porque ele já nasce verde. Ou seja, tem como foco a sustentabilidade”, revela. A unidade irá contar, por exemplo, com um sistema de iluminação natural, ventilação cruzada e outros padrões que são necessários para atender as principais certificações ambientais. Conforme o cronograma, a inauguração será em novembro.

Além da nova sede, estão sendo feitas aplicações em digitalização e novo modelo de negócios, ampliação do mix de produtos, consolidação de áreas e reconfiguração de lojas. Os investimentos para a SLC Agrícola estão direcionados para a agricultura 4.0. Segundo o Coordenador de Agricultura Digital da SLC Agrícola, Ronei Sana, a organização está no quinto ano de desenvolvimento da agricultura digital. “O start rumo a essa jornada foi dado em 2015. Ter a conexão em tempo real dos dados coletados para otimizar a produção em todas as suas etapas”, conta. As fazendas, espalhadas em seis estados do Brasil, contam com a tecnologia para tornar a tomada de decisões mais rápida e assertiva, explica Ronei.

Com as ferramentas disponíveis, é possível, por exemplo, visualizar as variações de produtividade das culturas com o suporte de dados gerados na colheita. A meta, de acordo com Ronei, é finalizar o processo de conectividade em todas as fazendas até o final deste ano.