Missões representada na reabertura do Centro Cultural do Patrimônio- Paço Imperial no Rio de Janeiro

Missões representada na reabertura do Centro Cultural do Patrimônio- Paço Imperial no Rio de Janeiro

Diretor do Departamento de Turismo da Funmissões e prefeito de São Miguel das Missões, José Roberto, representou a região missioneira no evento

COLABORE

José Roberto em evento no Rio de Janeiro

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Após quase um ano fechado, o Centro Cultural do Patrimônio - Paço Imperial (CCPPI) reabriu ao público. Um dos principais espaços culturais da cidade do Rio de Janeiro (RJ), o Paço adotou uma série de medidas sanitárias para reforçar a segurança dos visitantes. Quatro mostras marcam a reabertura do Paço: 7 Povos: Retratos de Um Território, que conta a história da região das Missões, no Rio Grande do Sul; Barcos do Brasil e do Mundo; Limite Oblíquo; e Luz no Brasil. 
 
A visitação é gratuita e as mostras permanecem em cartaz até 25 de abril. Na quinta-feira (25), um evento para representantes de setores culturais inaugurou as exposições. Para evitar aglomerações, o encontro foi restrito a poucos convidados. Unidade especial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o Paço adotou protocolos para combater o contágio do novo coronavírus. Aferição de temperatura, uso obrigatório de máscara, monitoramento do fluxo de visitantes, circulação do público com distanciamento social, disponibilidade de álcool em gel, entre outras ações tornam-se essenciais para garantir a reabertura segura do Centro Cultural. O diretor do Departamento de Turismo da Funmissões e prefeito de São Miguel das Missões, José Roberto, representou a região missioneira no evento.

A exposição 7 Povos desbrava o território, a geografia, a história, bem como a vida sociopolítica e cultural das Missões Jesuítico-Guarani, no Rio Grande do Sul. Idealizada pelo Iphan, autarquia federal vinculada ao Ministério do Turismo e à Secretaria Especial de Cultura, a exposição integra um projeto de cooperação internacional em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e a Agência Brasileira de Cooperação (ABC), vinculada ao Ministério das Relações Exteriores. 
 
Por meio de mapas históricos e contemporâneos, a mostra conta a narrativa da ocupação do território. Recursos multimídia e de realidade aumentada enriquecem o percurso remoto do visitante pelo sítio histórico. Além de textos, fotografias e vídeos sobre a região missioneira, o público conta com um aplicativo digital desenvolvido pelo Iphan para potencializar a experiência da visita. Disponível para download gratuito na Google Play e na App Store, a aplicação contém jogos educativos, trilha sonora e recurso para a visualização de conteúdo em realidade aumentada. 


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