Grêmio suspende torcidas organizadas por protesto e envolvidos identificados chegam a 30
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Grêmio suspende torcidas organizadas por protesto e envolvidos identificados chegam a 30

Diretor jurídico do Tricolor, Nestor Hein, contestou fortemente os atos violentos no CT Luiz Carvalho

Correio do Povo / Rádio Guaíba

Grupo de torcedores disparou pedras e rojões em direção ao ônibus do clube

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Conforme antecipado pelo presidente Romildo Bolzan Júnior, o Grêmio trabalha em busca dos responsáveis pelos atos violentos no protesto em frente ao CT na última quarta-feira. De acordo com o repórter Rafael Pfeiffer, da Rádio Guaíba, o Tricolor suspendeu quatro torcidas organizadas que estavam no ato e identificou 30 torcedores envolvidos na ação que teve pedras e rojoões lançados em direção ao ônibus do clube. A informação foi confirmada pelo Diretor Jurídico, Nestor Hein, em entrevista ao programa Repórter Esportivo, da Rádio Guaíba, nesta quinta. 

A suspensão impede que - Geral do Grêmio, a Torcida Jovem, a Garra Tricolor e Rasta do Grêmio - utilizem seus materias em jogos e nem participem de ações junto ao time. Além disso, Hein garante que a direção irá trabalhar junto ao efetivo policial e auxiliará com as informações que conseguir coletar sobre os envolvidos. "Quem toma esse tipo de atitude, tem que responder por isso. Esse vandalismo. É preciso responsabilizar eles com a lei", pontuou. 

As sanções, para os 30 identificados até aqui, também envolvem o banimento do quadro social - se forem sócios - e o impedimento de acesso aos jogos. "Depredaram o patrimônio do clube e de funcionários também mais modestos. Vidros de carros quebrados, atos violentos. Sistema de energia afetado". O diretor garante que a proposta inicial do protesto ser pacífica, nada altera as consequências do mesmo. "O que nos interessa é a consequência do que foi feito. Quem pensar que isso comoveu de alguma maneira o time, se equivoca. É um sinal invertido", avaliou.

O diretor reconhece a legitimidade de protestos diante da situação do time, no entanto, considera que a violência não se justifica. "Um bando de trogloditas não vão definir o futuro do time". 

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