Médico do Grêmio garante DM quase esvaziado após retorno da Copa América
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Médico do Grêmio garante DM quase esvaziado após retorno da Copa América

Paulo Miranda não estará à disposição na volta aos trabalhos, marcada para 24 de junho

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Rádio Guaíba / Correio do Povo

Paulo Miranda é um dos jogadores que seguirá fora no início dos trabalhos


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O médico do Grêmio, Paulo Rabaldo, garantiu Departamento Médico esvaziado quase que em sua totalidade após a parada para a Copa América. As únicas exceções são os defensores Paulo Miranda e Marcelo Oliveira. O restante do grupo estará em condições de jogo já na reapresentação, no dia 24 de junho. 

Rabaldo começou falando sobre os três casos que preocuparam no jogo diante do Botafogo, na vitória tricolor por 1 a 0: Geromel, Maicon e Rodríguez. No caso dos dois primeiros, desconforto muscular no aquecimento. Já Rodríguez sofreu uma pancada e foi liberado. Os três estarão à disposição na reapresentação.

O zagueiro Walter Kannemann, com trauma na coluna lombar, também estará 100% na reapresentação. Mesmo caso de Bruno Cortez, já em fase final da recuperação após uma distensão no adutor. 

Assim, apenas Marcelo Oliveira e Paulo Miranda permanecem no DM após o retorno do período de descanso. Miranda está em fase final de recuperação do posterior da coxa, mas ainda serão feitos novos exames de imagem. Marcelo Oliveira segue em recuperação de lesão no ligamento do joelho.

Luan

Rabaldo falou, por fim, da condição de Luan. O jogador já está liberado e não apresenta nenhum problema clínico. A decisão de manter o jogador fora dos gramados segue sendo técnica.

O Grêmio encerrou as atividades antes da Copa América sem zagueiros titulares em condições de jogo. Diante do Botafogo, Michel e Rômulo terminaram improvisados nas funções.


Apesar disso, o Rabaldo discordou de um número considerado grande de lesões no Grêmio. Disse que não há incidência, e colocou o Tricolor "dentro da média" dos grandes clubes em termos de jogadores machucados. Classificou os casos com mais tempo no DM como "pontuais", e falou nas viagens longas para o Nordeste, para enfrentar Ceará e Bahia recentemente, como fatores agravantes para o desgaste. "São exaustivas. O tempo de recuperação interfere na logística", finalizou.