Como chega o Colo-Colo, adversário do Inter nas oitavas da Sul-Americana

Como chega o Colo-Colo, adversário do Inter nas oitavas da Sul-Americana

Jogo de ida, no Monumental de Santiago, está marcado para a semana de 27 a 29 de junho

Correio do Povo

Chilenos chegaram a última fase da Libertadores com chance de classificação

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O Colo-Colo está no caminho do Inter rumo ao bi da Copa Sul-Americana. O Colorado conheceu o seu adversário nas oitavas da competição em sorteio realizado no início da tarde desta sexta-feira, na sede da Conmebol em Luque, no Paraguai. O jogo de ida, no Monumental de Santiago, está marcado para a semana de 27 a 29 de junho. A volta, no Beira-Rio, será entre os dias 5 e 7 de julho.

Campeão chileno em 2021, o Colo-Colo vive bom momento no nacional. É o primeiro colocado, com oito vitórias, quatro empates e apenas duas derrotas em 14 jogos – na última partida, um empate diante do O'Higgins em 1 a 1.

Por outro lado, na Libertadores, o time não desencantou no grupo F ao lado de River Plate, Fortaleza e Alianza Lima. Foram apenas sete pontos em seis jogos, com duas vitórias, um empate e três derrotas. Os chilenos chegaram à última rodada da fase de grupos com chance de classificação, mas acabaram derrotados em casa pelo Fortaleza pelo placar de 4 a 3.

Se o torcedor colorado reclama que o Inter ainda não encontrou o centroavante ideal, no Colo-Colo, a posição tem nome e sobrenome: Juan Martín Lucero. O argentino foi um dos destaques na competição continental com quatro gols marcados. Na temporada, em 19 partidas, foram 11 tentos e cinco passes distribuídos.

O esquema tático dos chilenos é praticamente baseado em seu atacante. Não por menos, o treinador Gustavo Quinteros não abandona o 4-2-3-1 tradicional, com os dois volantes Fuentes e Pavez coordenando o miolo do meio-campo e os alas Costa e Ferreyra no ataque – Leonardo Gil, argentino com passagem pelo Vasco em 2020, era o meia centralizado na derrota para o Fortaleza.

Ao lado da Universidad de Chile e da Católica, o Colo-Colo é uma das principais forças do futebol chileno. É a equipe com mais títulos nacionais, 32 ao todo, e o único representante do país campeão da Libertadores, em 1991.

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