Guerrero ressalta alegria por voltar a jogar e promete empenho para ajudar o Inter

Guerrero ressalta alegria por voltar a jogar e promete empenho para ajudar o Inter

Atacante atuou após quase sete meses se recuperando de lesão no joelho

Correio do Povo

Atacante voltou a atuar contra o Ypiranga depois de quase sete meses lesionado

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Recuperado de uma lesão que sofreu em agosto, o centroavante peruano Paolo Guerrero voltou a atuar no último domingo, contra o Ypiranga, quando entrou aos 20 minutos do segundo tempo e ajudou o Inter a vencer pelo Gauchão. Apesar do medo e da ansiedade pelo longo período parado, o jogador garante que alegria é o sentimento que define aquele momento no Beira-Rio.

"Voltar a jogar é a felicidade de cada atleta. Estar com a bola, tocar para meus companheiros, brincar, isso não tem preço. Agora, vou tentar ficar o mais pronto possível voltar ao meu nível físico e técnico, sei que será díficil, pois essa é uma lesão de muito tempo parado. Ela te deixa com muitos medos, inseguranças, mas vou perdendo isso a cada dia e melhorando", disse para as redes oficias do clube. 

"Agora só quero dar sequência no campo e esses poucos problemas vão passando e eu chegarei ao meu 100%. Para esta temporada, por tudo que vivi, tenho mais empolgação, é um ano importante para mim e para todo o time e tomara que a gente consiga muitas coisas", acrescentou. 

Nos quase sete meses de recuperação, Guerrero recordou momentos de tristeza e de angústia por não estar à disposição principalmente na reta final do Brasileirão, em que o Colorado acabou vice-campeão: "O mais dificil foi ver os companheiros jogarem e eu tinha momentos que queria estar ali com eles, apoiando o time. A vida dentro do futebol, dos treinos, para mim é muito bom. Deixar de fazer isso te impede e te limita muitas coisas. Sem poder caminhar, correr, eram momentos tristes. Eu tentava ver e isso me deixava muito triste", pontuou. 

De acordo com o centroavante, o processo de volta aos gramados foi gradual e de pequenas conquistas a cada momento que a volta se aproximava. "Os primeiros 15 e 20 dias fiquei em casa e depois vinha ao clube fazer fisioterapia. Depois tiramos uma muleta, depois mais sete dias e outra muleta se foi. Aí, comecei a caminhar, a colocar o pé no chão. Vinha para o clube trabalhar em dois turnos. Depois de quatro meses comecei a correr, fizemos um teste e ali me deu mais alento. Com cinco meses comecei a treinar a parte física e a fazer alguns treinos no time e isso passou a sensação de que estavamos mais próximos da volta", recordou. 


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