Inter não entrará em leilão por profissionais do clube, diz vice de futebol

Inter não entrará em leilão por profissionais do clube, diz vice de futebol

É provável que alguns profissionais que hoje estão no clube recebam propostas para sair

Fabrício Falkowski

Para a direção, não chegou nenhuma proposta

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O Inter vive uma transição complicada. Por um lado, joga as últimas rodadas do Campeonato Brasileiro com a possibilidade de voltar a conquistar o título após mais de quatro décadas; por outro, precisa tratar da transição do grupo de trabalho e preparar a próxima temporada, que contará com novos nomes, inclusive na comissão técnica. É provável que alguns profissionais que hoje estão no clube recebam propostas para sair.

É o caso de Erasmo Damiani, o gerente das categorias de base do clube. Segundo a imprensa mineira, o Atlético, que já anunciou o executivo Rodrigo Caetano, quer o profissional trabalhando na Cidade do Galo a partir de fevereiro. Damiani foi trazido ao Beira-Rio por Caetano, que poderia convidá-lo para ir ao Galo. Outro que pode deixar o Beira-Rio é Deive Bandeira, atual gerente de mercado colorado.

“O Inter valoriza os seus funcionários. Eles são bem remunerados e estão engajados no projeto. Para a direção, não chegou nada, mas posso afirmar que o Inter não entra em leilão. Não trabalhamos desta forma”, avisa o vice de futebol, João Patrício Herrmann.

O Inter está negociando o meia Gustavo Ferrareis com o Puebla, do México. O jogador está jogando o Campeonato Brasileiro pelo Atlético Goianiense, onde é um dos destaques, mas a sua volta ao Beira-Rio para a próxima temporada é descartada. O clube de Goiânia também está servindo de vitrine para Natanel e Dudu, laterais que pertencem ao Inter, têm contratos longos e não serão aproveitados.

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