Auxiliar de Tite diz que Copa América no Brasil não significa favoritismo
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Auxiliar de Tite diz que Copa América no Brasil não significa favoritismo

Cléber Xavier projetou vitórias em amistosos para Seleção ganhar confiança

Por
Agência Brasil

Cléber Xavier disse que Brasil não é favorito por jogar a Copa América em casa

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A disputa da Copa América no próprio país é uma honra para a Seleção Brasileira, sem que isso transforme o time em favorito na competição. A análise é de Cléber Xavier, auxiliar técnico e braço direito do treinador Tite. Alguns jogadores já estão concentrados na Granja Comary, em Teresópolis (RJ), para a competição, a partir de 14 de junho, quando o Brasil estreia contra a Bolívia, no Estádio Morumbi (SP).

“Para nós é importante se fortalecer mentalmente, positivamente. É uma honra para o grupo de atletas e para todos disputar uma copa da grandeza da Copa América, jogando no seu país. Lembro de conquistas da Copa América do Brasil aqui e a gente gostaria muito de repetir. A gente tem muito como objetivo fazer uma boa copa, chegar à final e conseguir a conquista do título”, disse.

Segundo ele, a presença da torcida brasileira vai ser um incentivo a mais para o time. De acordo com a CBF, pelo regulamento da Copa América, a seleção não poderá voltar, após cada jogo, para a Granja Comary, ficando sempre hospedada na cidade onde será realizado o jogo, o que permitirá um contato maior com os torcedores nas capitais onde jogará. “Vamos usar a força da nossa torcida e vamos trabalhar para que a gente atue bem, chamando cada vez mais a torcida, para que ela nos acompanhe como nos acompanhou durante as eliminatórias”, declarou o auxiliar técnico, que acompanha Tite há quase duas décadas.

O Brasil terá 22 dias de treinamento antes da estreia, com dois amistosos, um contra o Catar, em Brasília, no dia 5 de junho, e outro contra Honduras, em Porto Alegre, no dia 9.

Além da comissão técnica, já estão na Granja Comary os jogadores Filipe Luis, Ederson, Casemiro, Fernandinho, Gabriel Jesus, Richarlison e David Neres. Eles serão auxiliados nos treinos por jogadores da base de diversos clubes, até a chegada do grupo completo.

Depois da Bolívia, o Brasil enfrentará a Venezuela, no dia 18, na Arena Fonte Nova, em Salvador, e o Peru, no dia 22, na Arena Corinthians. A final será disputada no dia 7 de julho, no Estádio Maracanã.

 

Adversários

O auxiliar técnico listou as seleções que ele considera as mais difíceis na Copa América e frisou que, embora o Brasil sempre seja apontado como favorito em qualquer torneio, isso não existe, e que o mais importante é vencer os dois amistosos e as primeiras partidas, para dar tranquilidade ao grupo.

“Como está havendo muita mudança de treinadores e renovações de elenco, tem muita coisa que a gente vai ficar atento dentro da competição. Eu tenho acompanhado bem de perto o Catar, porque é o nosso primeiro adversário (em jogo amistoso), acho que vem como uma surpresa boa, pela forma como jogou a Copa da Ásia. A Venezuela, para mim, é a grande surpresa. Já nos últimos anos vem com um bom trabalho de base. Peru fez uma boa Copa do Mundo. E os tradicionais, Argentina e Uruguai, sempre com sua força, não esquecendo a Colômbia, que é um futebol que a gente respeita muito. Temos que cuidar do nosso trabalho, focando em Catar, Honduras e começando a dar uma espiada na Bolívia”, disse Cléber.