Zidane festeja volta dos treinos em grupo e vê Real Madrid motivado para buscar título
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Zidane festeja volta dos treinos em grupo e vê Real Madrid motivado para buscar título

Campeonato Espanhol está paralisado desde meados de março em função da pandemia

Por
AE

Campeonato Espanhol está paralisado desde meados de março em função da pandemia

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O técnico Zinedine Zidane aprovou as primeiras atividades em grupo do Real Madrid durante a pandemia do coronavírus. Os clubes receberam o aval do governo da Espanha para retomar esse tipo de trabalho a partir da segunda-feira, com o treinador definindo os treinos como "muito bons".

"Esta semana tem sido muito boa porque conseguimos trabalhar em pequenos grupos. Conseguimos fazer mais taticamente, fisicamente e tecnicamente. A equipe parece melhor esta semana, e na próxima semana será ainda melhor", afirmou à Real Madrid TV.

O Campeonato Espanhol está paralisado desde meados de março em função da pandemia. O próximo passo para a sua retomada será a realização de treinos sem qualquer restrição. E a expectativa é de que o torneio recomece em junho, com os estádios vazios.

O Real Madrid estava dois pontos atrás do líder Barcelona, a 11 rodadas do fim. E Zidane assegurou que todos estão motivados para buscar o título nacional. "Gosto de voltar a treinar, mas é melhor jogar. Os jogadores querem jogar novamente. Eles estão focados no futuro. Faltam 11 partidas e estaremos bem preparados para terminar forte. Será importante dar tudo o que temos para poder vencer alguma coisa. Faz parte do DNA do clube, tentar sempre vencer", afirmou.

Além disso, o clube está envolvido na Liga dos Campeões da Europa, tendo perdido o jogo de ida das oitavas de final para o Manchester City, por 2 a 1, no Santiago Bernabéu. Não há previsão de quando poderá ser disputado o confronto de volta na Inglaterra.

O treinador destacou que os atletas trabalharam em suas casas, retomando as atividades em boa forma. "Estou feliz por estar de volta com meus jogadores, essa é a coisa mais importante depois quase 60 dias", acrescentou o francês.