Ações do Grupo de Trabalho Pró-Animal começam a tomar forma na Vale do Sinos

Ações do Grupo de Trabalho Pró-Animal começam a tomar forma na Vale do Sinos

Medidas proposta pelo grupo envolvem transformações de canis e censo popular de animais de rua

Stephany Sander

Medidas proposta pelo grupo envolvem transformações de canis e censo popular de animais de rua

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Criado no mês de setembro com o objetivo de debater políticas públicas de bem-estar animal, o Grupo de Trabalho Intermunicipal Pró-Animal terá nova audiência no próximo dia 23. Contando com a adesão de sete municípios, entre eles Novo Hamburgo, Sapucaia do Sul, e São Leopoldo, a ação conta ainda com o auxílio do Conselho Regional de Medicina Veterinária, que integrará as discussões atuando de forma técnica, de forma pioneira no País.

Eleito coordenador do grupo pelo período de um ano, Anderson Ribeiro, que também é titular da Secretaria de Proteção Animal (Sempa) de São Leopoldo, explica que nos próximos 12 meses uma das metas é a transformação do grupo em entidade jurídica, passando a ser uma fundação ou consórcio, tendo sua sede em São Leopoldo. “Queremos proporcionar uma linguagem unificada para a causa animal na região, unindo políticas públicas dos municípios. Nossa intenção é a troca de experiências, não o envolvimento na decisão das políticas das outras cidades”, diz.

O encontro do dia 23 de outubro está previsto para ocorrer na prefeitura de São Sebastião do Caí e nesta data será tratado a organização de um seminário regional sobre proteção e bem-estar animal. Já no dia 28 deste mês, uma outra ação, em São Leopoldo, pretende mobilizar profissionais do hospital veterinário da Ulbra para atender de forma gratuita cavalos na cidade, realizando inclusive exames nos animais. A atividade irá ocorre das 9h às 12h, no Largo Rui Porto, ao lado do Ginásio Celso Morbach, no Centro.

Outras medidas propostas pelo Grupo de Trabalho Intermunicipal Pró-Animal é a transformação dos canismunicipais em centros de tratamento, não abrigando mais os animais saudáveis por tempo indeterminado, junto com a criação de um censo da população animal de rua. “Hoje as cidades não contam com números exatos de quantos cães e gatos vagam pelas cidades em busca de um lar. Em São Leopoldo, por exemplo, a estimativa é de que este número seja de aproximadamente 11 mil animais”, complementa Ribeiro.

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