Obras da Escola Tuiutí ainda não tem data de início em Gravataí

Obras da Escola Tuiutí ainda não tem data de início em Gravataí

Prédios da escola aguarda reforma há dois anos

Fernanda Bassôa

Três prédios da escola foram interditados em novembro de 2018 por apresentarem sérios e graves problemas estruturais

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Há quase dois anos aguardando pela reforma de três dos quatro prédios que tem disponíveis para abrigar os alunos, a Escola Estadual Tuiuti, em Gravataí, segue com a incerteza de quando terão os espaços renovados para lecionar aulas presenciais. Com as aulas suspensas desde março, quando começou a pandemia do coronavírus, a esperança da equipe docente era de que os serviços pudessem ser executados durante o afastamento das crianças da instituição de ensino.

Segundo a diretora da Tuiuti, Geovana Rosa Affeldt, os três prédios foram interditados em novembro de 2018 por apresentarem sérios e graves problemas estruturais, especialmente no forro e na parte elétrica. O único prédio que pode ser usado pela escola possui apenas quatro salas, com capacidade para 35 alunos. Em 2019, parte dos estudantes tiveram que ser alocados entre o refeitório, biblioteca e até mesmo no salão da Igreja para participarem das aulas. Atualmente a escola atende, em três turnos, 919 estudantes, em níveis fundamental, médio e técnico.

A Secretaria Estadual da Educação (Seduc) informou que com relação ao andamento das obras nas escolas estaduais, devido ao decreto de situação de calamidade pública no Rio Grande do Sul, em função do coronavírus, diversas atividades foram restringidas. Entre elas, está a área da construção civil. Neste período, as atividades comerciais também ficaram restritas e as aulas presenciais foram suspensas. Todos estes fatores, juntamente com as regras próprias de cada município, contribuíram para que o cronograma das obras fosse alterado no primeiro semestre de 2020 e tivessem reflexo também nesse segundo semestre.

Em janeiro deste ano, a mesma pasta havia informado que os elementos técnicos da licitação haviam sido encaminhados à Central de Licitações (Celic). Informou ainda que o projeto para a reforma dos três prédios interditados estava pronto e orçado em R$ 525.325,03. Entretanto, não há previsão de início dos trabalhos.


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