Terceiro caso autóctone de dengue é confirmado em Pelotas

Terceiro caso autóctone de dengue é confirmado em Pelotas

No início da semana, dois outros casos já haviam sido confirmados

Angélica Silveira

O homem teve o exame analisado pelo Laboratório Central do Estado

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A 3ª Coordenadoria Regional de Saúde (3ª CRS) confirmou o terceiro caso de dengue em Pelotas. No início desta semana a prefeitura já havia confirmado que duas pessoas haviam contraído a doença no município. O mais recente caso, também confirmado pela Vigilância Epidemiológica Municipal, trata-se de um homem, morador do Laranjal. Ele tem 42 anos e esteve internado durante cinco dias em abril, mas agora se recupera em casa.

O homem teve o exame analisado pelo Laboratório Central do Estado (Lacen/RS). A infecção ocorreu em Pelotas, o que caracteriza, assim como os dois primeiros casos positivos de 2021, um caso autóctone, o que alerta para a circulação do vírus em Pelotas.

A Vigilância Ambiental da Secretaria Municipal de Pelotas iniciou ainda nesta quinta-feira uma pesquisa vetorial especial na residência do infectado e também nos locais aonde ele passou. Até o momento não foram encontrados focos do mosquito transmissor, o Aedes aegypti. Os outros dois casos positivos são relativos a um homem de 37 anos e uma mulher de 36 anos, que tiveram exames confirmados pelo Lacen ainda no mês de abril. Os dois são moradores do Centro. O homem esteve internado por três dias e os dois estão curados da doença.

O município está preparando campanhas educativas para prevenção e controle da doença que é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. A proposta do município também é atuar junto aos territórios da Atenção Primária a partir da ação educativa dos agentes comunitários de saúde junto à população. A expectativa é de que as ações sejam efetivadas a partir da segunda quinzena de maio.

A 3ª Coordenadoria Regional de Saúde informou que focos do mosquito transmissor da dengue foram encontrados em outros municípios além de Pelotas. São eles: Rio Grande, São José do Norte, Pinheiro Machado, Canguçu, São Lourenço do Sul e Santana da Boa Vista, que são considerados infestados. Já Piratini e Pedro Osório não são considerados infestados pois foram localizados focos do Aedes aegypti em armadilhas e não em residências como nas outras cidades.

 

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