Cesta básica em Porto Alegre ficou 7,25% mais cara no primeiro semestre de 2019

Cesta básica em Porto Alegre ficou 7,25% mais cara no primeiro semestre de 2019

Com reajustes, o conjunto de itens totaliza R$ 498,41 em junho

Mauren Xavier

O tomate, com aumento de 9,30%, foi o item que ficou mais caro em junho

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A cesta básica de Porto Alegre ficou 7,25% mais cara no primeiro semestre de 2019. Segundo a pesquisa do Dieese, apenas em junho os itens juntos atingiram R$ 498,41, elevação de 0,46% na comparação com o mês anterior. O tomate, com aumento de 9,30%; o arroz, com elevação de 3,77%, foram os dois itens que ficaram mais caros no último mês. Já no acumulado deste ano, é a batata que registrou a maior alta, totalizando 67,32%.

Segundo o Dieese, em junho, dos treze produtos que integram a cesta básica, oito ficaram mais caro, enquanto que quatro tiveram redução. Apenas o óleo de soja ficou com preço estável. No país, a capital com a cesta mais cara foi São Paulo (R$ 501,68), seguida pelo Rio de Janeiro (R$ 498,67) e por Porto Alegre (R$ 498,41). Por outro lado, apresentaram os menores valores médios as capitais de Aracaju (R$ 383,09) e Salvador (R$ 384,76). 

Na relação com o salário mínimo, em junho, o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em junho, 47,90% da remuneração para adquirir os produtos. Esse percentual foi inferior ao de maio, quando ficou em 48,52%. Em junho de 2018, quando o salário mínimo valia R$ 954,00, a compra demandava 44,43% do montante líquido recebido. Na comparação com o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta básica, o trabalhador totalizou 96 horas e 57 minutos e, em maio, 98 horas e 12 minutos. Em junho de 2018, quando o salário mínimo era de R$ 954,00, o tempo médio foi de 89 horas e 56 minutos.

 

 


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