Sindicato dos municipários decide manter greve na Educação em Porto Alegre

Sindicato dos municipários decide manter greve na Educação em Porto Alegre

Paralisação da categoria iniciou nesta sexta por conta do retorno das aulas presenciais no município

Correio do Povo / Rádio Guaíba

De acordo com o sindicato, a categoria considera que a Capital passa por um dos piores momentos da pandemia do coronavírus.

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Em assembleia geral, realizada na tarde desta sexta-feira, o Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa) decidiu manter a greve contra o retorno das aulas presenciais na rede municipal de ensino. A paralisação dos professores ocorre desde as 7h de hoje.

De acordo com o sindicato, a categoria considera que a Capital passa por um dos piores momentos da pandemia do coronavírus. Além disso, o Simpa reivindica a vacinação, testagem, aumento dos horários no transporte coletivo, entre outras  exigências definidas na assembleia, para que as aulas presenciais sejam retomadas no município.

Na tarde da próxima segunda-feira, está marcada uma nova reunião virtual do Comando de Greve aberto, contando com representantes de todas as escolas, para definir os próximos passos do movimento, entre eles o de sistematizar as reivindicações definidas na assembleia desta sexta.

Porto Alegre quer contratar terceirizados para suprir demanda

Com objetivo de manter as aulas presenciais na rede, o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, e a Secretaria Municipal de Educação, Janaina Audino, anunciaram no início da tarde desta sexta a intenção do município em contratar docentes da iniciativa privada. A medida pode ser adotada enquanto o movimento grevista estiver em vigência. A prefeitura deve publicar um decreto nos próximos dias.

Mais cedo, ainda pela manhã, a Justiça negou o pedido da Procuradoria-Geral do Município (PGM) contra o Simpa, para considerar a greve dos professores ilegal e manter 100% da força de trabalho.

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