ARI homenageia jornalistas com a Medalha Alberto André

ARI homenageia jornalistas com a Medalha Alberto André

Ocasião também lançou 2º Prêmio ARI Assessoria de Imprensa

Correio do Povo

Homenageados com a Medalha Alberto André

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Dez jornalistas foram condecorados com a Medalha Alberto André ontem, durante cerimônia no Salão Nobre da Associação Rio Grandense de Imprensa (ARI), entidade que criou a premiação em 2017. A escolha dos profissionais segue critérios como a contribuição relevante para o jornalismo. Nesta edição,foram  agraciados  Álvaro Benevenuto, Andressa Xavier, Carlos Wagner, Ema Belmonte, Hugo Hammes, Jeanice Ramos, João Carlos Ávila, Lelei Teixeira, Roberto Rodrigues e Rosina Duarte. Na ocasião, o presidente da Ari, José Nunes, ainda lançou a segunda edição do Prêmio ARI Assessoria de Imprensa, que concede a honraria às empresas de assessorias de imprensa e ao melhor assessor de imprensa. 

"Além de homenagear o presente mais longevo da Associação, estamos homenageando todos os jornalistas, já que esse grupo escolhido pela diretoria da entidade, representa toda a categoria”, disse Nunes, destacando que Alberto André presidiu por mais de 30 anos a entidade e trabalhou por 43 anos no Correio do Povo.

Entre os agraciados, estava a jornalista aposentada Ema Belmonte, que foi aclamada pelos presentes, que a chamaram de “primeira-dama do jornalismo”. Ela recorda que fez parte da primeira turma de  jornalistas formados pela Escola de Comunicação, Artes e Design (Famecos), da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e comentou a importância desse prêmio. “Eu tenho 80 anos e tive mais de 50 dedicados ao jornalismo, foi minha vida, fez com que eu conhecesse pessoas maravilhosas e eu estou muito feliz e recebo esse prêmio como um Oscar”, descreveu, destacando que hoje cuida da mãe que tem 102 anos 

Ema Belmonte começou no jornalismo como estagiária em 1967, na extinta Folha da Tarde. Depois entrou no Correio do Povo,  onde ficou de 1987 a 2016, quando se aposentou. Ema passou por todas as editorias, sendo que nos últimos anos estava na editoria de Ensino. Ela é casada e tem um filho.

Outra homenageada, a jornalista e escritora Lelei Teixeira, também teve passagem pelo Correio do Povo. “Fiquei cerca de três anos”, relatou. Para ela, a premiação foi um momento de muita emoção. “Me sinto feliz, orgulhosa, foi uma surpresa e uma resposta por tanto amor ao jornalismo”, disse. 

Nascido em 1915, Alberto André foi presidente da ARI por 34 anos, tendo enfrentado o período do regime militar (1964-1985) no Brasil. Como jornalista, atuou no extinto Jornal da Noite e no A Nação, além de ter sido censor de notícias sobre a II Guerra Mundial (1939-1945), do Departamento Estadual de Imprensa e Propaganda. Ainda, em 1941, ingressou na redação Correio do Povo, onde ficou por 43 anos.

Lançado 2º Prêmio ARI Assessoria de Imprensa

Depois da entrega das medalhas, o presidente José Nunes lançou a segunda edição do Prêmio Ari de Assessoria de Imprensa. São duas categorias,  gestão de comunicação e relacionamento  com a imprensa _ dividida em assessoria para gestão pública, gestão privada e  terceiro setor_ e  profissional do ano de assessoria de imprensa. O julgamento será feito pelos profissionais de veículos . “O diferencial é que será  avaliado pelos veículos, que lidam com as assessorias”, enfatizou o dirigente. O período de inscrições vai de 20 de abril a 26 de agosto. A cerimônia de premiação será  em 10 de setembro, dia do assessor de imprensa. 


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