Brasil contabiliza mais de 400 mil mortes pela Covid-19

Brasil contabiliza mais de 400 mil mortes pela Covid-19

Nas últimas 24 horas, país registrou 3.001 óbitos em decorrência da doença

R7

Mais de 100 mil mortes ocorreram apenas nos últimos 36 dias

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Ao registrar 3.001 mortes por Covid-19 nesta quinta-feira, o Brasil ultrapassou a marca de 400 mil óbitos causados pela doença, de acordo com os dados enviados pelos estados ao Ministério da Saúde e ao Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde). O número de novos casos diagnosticados foi de 69.389.

Com o balanço de hoje, o país contabiliza 401.186 mortes e 14.590.678 pessoas que já foram diagnosticadas com a doença. São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul são os estados com o maior número de óbitos, respectivamente.

Conforme a pasta, o número de recuperados supera a marca de 13 milhões. Segundo o Conass, a taxa de letalidade do coronavírus no Brasil é de 2,7% e a taxa de mortalidade por cada 100 mil habitantes é de 190,9. A média móvel de óbitos nos últimos 7 dias é de 2.526 e a média móvel de novos casos é de 60.386.

Até o momento, mais de 31 milhões de pessoas receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19 no país, o que corresponde a 14% da população, sendo que mais de 14 milhões já receberam a segunda dose e estão completamente imunizadas.

De acordo com a plataforma Our World In Data, ligada à Universidade de Oxford, o Brasil é 12º colocado no ranking mundial de vacinação no que diz respeito à quantidade de pessoas imunizadas com a primeira dose da vacina. Em relação ao número de doses administradas, o país ocupa o 5º lugar no ranking.

Em 36 dias, Brasil registra média de 116 mortes por Covid-19 a cada hora

Há exatos 36 dias o Brasil rompia a marca de 300 mil óbitos por Covid-19, 76 dias após ter registrado 200 mil. Um dos motivos para o aceleramento da pandemia no país é a disseminação da variante P.1, identificada em Manaus (AM).

"A variante amazônica explica parte dessa velocidade apresentada nos últimos meses porque ela é mais transmissível — infecta mais gente e, infelizmente, tem evidência de que ela é mais agressiva", explica epidemiologista Pedro Hallal, professor da UFPel (Universidade Federal de Pelotas).

 

 

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