Governador João Doria celebra “Dia D” da vacina após 1ª imunização em São Paulo

Governador João Doria celebra “Dia D” da vacina após 1ª imunização em São Paulo

Enfermeira do Emílio Ribas foi a primeira pessoa vacinada no país contra a doença

R7

Governador João Doria ao lado da enfermeira Monica Calazans, do Instituto Emílio Ribas, que foi a primeira pessoa a ser vacinada contra a Covid-19 no Brasil

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O governador João Doria definiu este domingo como o "Dia D da vacina" após a primeira imunização contra Covid-19, em São Paulo, após a aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária) do uso emergencial da vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan com a chinesa Sinovac.

"Hoje é um dia muito especial para milhões de pessoas milhões de brasileiros milhões de pessoas que estão sofrendo com a Covid-19, em hospitais, em outros centros de atendimento de saúde, nas suas casas, também aqueles que estão em quarentena se protegendo e ajudando a proteger suas famílias", disse o governador.

Doria afirmou que dedica o dia da primeira vacinação no país aos familiares de pessoas mortas pela Covid-19 no Brasil e aos pacientes que ainda estão lutando contra a doença, ao Instituto Butantan e à ciência do Brasil e às pessoas anônimas que se mantiveram em casa e adotaram os protocolos de segurança contra a doença.

“A vitória de hoje, o dia D da vacina, o dia V da vida, é daqueles que valorizam e trabalham pela vida e ao contrário, bem ao contrário daqueles que nos últimos 11 meses flertaram com a morte”, declarou.

De acordo com o governador, neste domingo começam a ser vacinados mais de uma centena de médicos e enfermeiros do Hospital das Clínicas, e, na segunda-feira, o estado inicia o plano logístico para aplicação de vacina, que começará com os hospitais das Clínicas de São Paulo, Ribeirão Preto, Campinas, Botucatu e o hospital de base de São José do Rio Preto.

A aprovação da CoronaVac ocorreu após encontro da Anvisa que incluiu apresentação de parecer da área técnica e do anúncio de cinco votos da diretoria colegiada do órgão. Doria, o vice-governador, Rodrigo Garcia, e a equipe de secretários acompanharam juntos, no Hospital das Clínicas, zona oeste de São Paulo, o anúncio da Anvisa.

Do total de 5.994.576 doses da CoronaVac, serão enviadas 4.636.936 ao Ministério da Saúde para aplicação em todo o país e ficam em São Paulo 1.357.640. Segundo o governo de São Paulo, os números foram fornecidos na tarde deste domingo pela secretaria de Atenção à Saúde do ministério.

Primeira vacina

Em seguida, houve a vacinação da primeira pessoa com a CoronaVac, a enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, moradora de Itaquera, com perfil de alto risco para complicações da covid-19. Mônica é obesa, hipertensa e diabética. Apesar de se enquadrar nessas condições, em maio do ano passado, no auge da primeira onda da doença, ela se inscreveu para vagas de CTD (Contrato por Tempo Determinado), escolhendo trabalhar no Emílio Ribas, no epicentro do combate à pandemia.

Quando começaram os testes clínicos da vacina Coronavac pelo Instituto Butantã, ela também se voluntariou para os testes. No começo deste ano, ela contou em reportagem ao site do Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren) que já tinha tomado duas doses e não teve nenhum tipo de reação. “Sou monitorada periodicamente. Além disso, há um canal do WhatsApp pelo qual entram em contato semanal comigo”, explicou. Como ela foi escolhida agora para tomar a vacina, pode-se imaginar que ela tinha tomado placebo.

Primeira vacina

Em seguida, houve a vacinação da primeira pessoa com a CoronaVac, a enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, moradora de Itaquera, com perfil de alto risco para complicações da covid-19. Mônica é obesa, hipertensa e diabética. Apesar de se enquadrar nessas condições, em maio do ano passado, no auge da primeira onda da doença, ela se inscreveu para vagas de CTD (Contrato por Tempo Determinado), escolhendo trabalhar no Emílio Ribas, no epicentro do combate à pandemia.

Quando começaram os testes clínicos da vacina Coronavac pelo Instituto Butantã, ela também se voluntariou para os testes. No começo deste ano, ela contou em reportagem ao site do Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren) que já tinha tomado duas doses e não teve nenhum tipo de reação. “Sou monitorada periodicamente. Além disso, há um canal do WhatsApp pelo qual entram em contato semanal comigo”, explicou. Como ela foi escolhida agora para tomar a vacina, pode-se imaginar que ela tinha tomado placebo.


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