Marchezan reúne-se com empresários e anuncia retorno da construção civil na segunda-feira

Marchezan reúne-se com empresários e anuncia retorno da construção civil na segunda-feira

Decreto com regulamentação deverá ser publicado até este sábado

Correio do Povo

Marchezan reúne-se com empresários e anuncia retorno da construção civil na segunda-feira

Durante reunião com representantes de entidades empresariais e comerciais, o prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior, discutiu o plano de retomada gradual das atividades econômicas na cidade por conta da pandemia do novo coronavírus. Ficou definido que a atividade de construção civil será liberada a partir da próxima segunda-feira. O decreto com a regulamentação deverá ser publicado até este sábado. 

“Contamos com a ajuda de vocês para conscientizar seus colaboradores que o vírus é perigoso. Precisamos gerar uma mensagem de união da cidade contra a doença”, afirmou Marchezan. "Precisamos buscar consenso e reforçar com a população a importância dos cuidados pra evitar a contaminação do vírus. Assim como fizemos desde o início da pandemia, com transparência e diálogo, teremos ao longo do dia de hoje conversas com representantes de diversos setores da sociedade sobre a retomada gradual das atividades econômicas", acrescentou. 

De acordo com o prefeito, o momento atual é diferente de março, quando pouco se sabia na prática sobre a pandemia. “O cenário hoje é mais confortável porque temos maior número de pessoas imunes e o crescimento de casos está estabilizado. No entanto, o ponto negativo e de atenção é que a ocupação de leitos segue elevada”, ressaltou.

O prefeito fez uma breve apresentação da situação epidemiológica. Na manhã desta sexta-feira, 718 leitos de UTI estavam ocupados (87%), sendo que 331 (40%) de pacientes confirmados com Covid-19 e outros 45 (5%) de pessoas com suspeitas da doença. Porto Alegre registra 9.532 casos e 421 óbitos. “Somos a segunda capital com maior número de leitos por habitante e avançamos muito em testes. Hoje, percentualmente testamos mais que Coreia, Uruguai e Alemanha”, diz.


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