Pacientes recuperados da Covid-19 no RS retornam para Manaus nesta quarta-feira

Pacientes recuperados da Covid-19 no RS retornam para Manaus nesta quarta-feira

Doze pessoas estavam sendo tratadas em Santa Maria desde o início do mês

Correio do Povo

Pastor João de Souza irá retornar para Manaus nesta terça-feira

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Os pacientes com Covid-19 de Manaus, que estavam sendo tratados no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), tiveram alta nesta segunda-feira e já estão liberados para voltar para casa.  De acordo com o governo estadual, 12 das 15 pessoas que chegaram em Santa Maria, no dia 2 de fevereiro, partirão em um voo, do aeroporto da cidade, nesta quarta-feira.

Segundo o governo estadual, com o retorno desses 12 pacientes de Manaus, fecha em 33 o número de pacientes do Norte do País que foram tratados no Rio Grande do Sul e que já voltaram aos seus estados de origem. No total, o Rio Grande do Sul recebeu, entre o final de janeiro e início de fevereiro, 50 pacientes – 18 de Porto Velho (Rondônia) e 32 de Manaus (Amazonas).

"A alta desse grupo é resultado de muito trabalho. Preparamos uma ala de tratamento intensivo exclusiva para atendê-los, mas nunca deixamos de lado os pacientes aqui do Estado, da nossa região e até de fora dela", explicou o diretor técnico do HRSM, Mery Martins Neto.

Um dos pacientes que irá retornar para Manaus nesta terça-feira é o pastor João de Souza, 58 anos, que acordou animado para organizar as roupas e ficar pronto para a alta. “Ganhei até uns perfumes aqui do pessoal da enfermagem. Não tenho palavras para retribuir a forma como fui tratado, uma excelência. Os gaúchos são amáveis, dedicados, carinhosos e hospitaleiros”, afirmou Souza. 

Além dos três pacientes que seguem internados no hospital em Santa Maria, os 14 que ainda não tiveram alta estão sendo tratados em hospitais de Porto Alegre e de Canoas. Dois deles, vindos de Manaus, já têm alta confirmada, mas aguardam a disponibilidade de um avião equipado com UTI para levá-los de volta. 

De acordo com o governo do RS, eles irão precisar do suporte porque, apesar de já terem alta hospitalar, ainda não têm alta clínica, ou seja, seguem o tratamento em casa. Como há risco de intercorrência respiratória por conta da pressurização durante o voo, há necessidade de uma aeronave equipada com UTI para o transporte.


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