RS registra ao menos 200 mil clientes sem luz devido ao ciclone Yakecan

RS registra ao menos 200 mil clientes sem luz devido ao ciclone Yakecan

Dos afetados, 182 mil clientes são atendidos pela CEEE Equatorial e 20 mil pela RGE

Correio do Povo

Dos afetados, 182 mil clientes são atendidos pela CEEE Equatorial e 20 mil pela RGE

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A população gaúcha sofre, no início da noite desta terça-feira, os primeiros impactos de falta de energia elétrica devido a chegada do ciclone subtropical Yakecan. Às 19h30, o Estado registrava ao menos 200 mil clientes sem luz. Destes, 182 mil são atendidos pela CEEE Grupo Equatorial e 20 mil pela RGE. 

Acompanhe a passagem do ciclone pelo Rio Grande do Sul

Nas regiões atendidas pela CEEE, as cidades mais afetadas são Porto Alegre, Guaíba, Viamão, Alvorada, Charqueadas, Barra do Ribeiro, Mariana Pimentel, Eldorado do Sul, Imbé, Mostardas, Tavares, Tramandaí, Rio Grande, Santa Vitória do Palmar, Chuí, São José do Norte, Pelotas, São Lourenço do Sul, Bagé e Cerro Grande do Sul.

As regiões da Campanha, Sul, e Centro-Sul foram as primeiras a apresentarem ocorrências de interrupção no fornecimento de energia. Agora, o fenômeno se desloca para a região metropolitana e atinge também os litorais Sul e Norte.

O município de Tavares, por exemplo, está em total escuridão na noite de hoje. Entre Bacopari (Mostardas) e Capão Comprido (Tavares) são 15 mil clientes sem energia elétrica. A falta de luz também se entende por trecho da RST-101, prejudicando os motoristas que transitam na rodovia. 

"É importante ressaltar que temporais com ventos e chuvas fortes ocasionam a queda de árvores e grandes objetos sobre as estruturas da rede elétrica. Por isso, os prazos para a solução das ocorrências dependem da complexidade de cada caso", destacou a operadora. 

Já na região atendida pela RGE, os locais mais afetados são Canoas, Gravataí e região do Vale dos Sinos. Conforme a concessionária, os fortes ventos que atingem o RS desde a tarde causaram danos à rede elétrica, principalmente devido a galhos e objetos arremessados sobre fios e outros equipamentos.

Foto: Matheus Piccini 

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