UE volta a impor restrições a viagens não essenciais dos EUA

UE volta a impor restrições a viagens não essenciais dos EUA

Atualmente, nenhum país da América Latina consta na lista que autoriza viagens não essenciais

AFP

UE destacou que "esta lista continuará a ser revisada periodicamente"

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A União Europeia (UE) retirou, nesta segunda-feira, os Estados Unidos da lista de países cujos cidadãos estão autorizados a fazer, sem restrições, viagens não essenciais ao território do bloco durante a pandemia do coronavírus. "Israel, Kosovo, Líbano, Montenegro, a República da Macedônia do Norte e os Estados Unidos foram removidos da lista", disse o Conselho da UE em um comunicado.

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A mudança envolve a nova imposição de restrições às viagens não essenciais desses países. "Viagens não essenciais para a UE de países ou entidades que não estão (na lista aprovada) estão sujeitas a restrições temporárias", disse o comunicado.

No entanto, esta é uma recomendação da UE e as capitais europeias podem permitir um certo número de chegadas de viajantes totalmente vacinados, em meio a um cenário de preocupação generalizada com o aumento dos casos.

A UE destacou que "esta lista continuará a ser revisada periodicamente e, eventualmente, será atualizada". O bloco havia acrescentado os Estados Unidos à lista de países autorizados em 16 de junho.

Com a chegada do verão boreal e o início da temporada turística na Europa, vários países do bloco pressionaram para abrir as portas aos turistas americanos, em uma tentativa de se recuperar do impacto econômico da pandemia. Atualmente, nenhum país da América Latina consta na lista que autoriza viagens não essenciais. O último país latino-americano, o Uruguai, foi retirado em dezembro de 2020.

Apenas 17 países estão autorizados a fazer viagens não essenciais para o bloco, além da China, em uma decisão que depende de medidas de reciprocidade.


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