Unimed Porto Alegre abre estrutura para atender pacientes com sintomas leves de Covid-19

Unimed Porto Alegre abre estrutura para atender pacientes com sintomas leves de Covid-19

Unidade ficará localizada na sede da Amrigs, na zona Leste da Capital

Felipe Samuel

Unidade ficará localizada na sede da Amrigs, na zona Leste da Capital

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Com objetivo de desafogar as emergências dos hospitais, a Unimed Porto Alegre inaugura nesta terça-feira uma unidade para atendimento a clientes com sintomas leves e testagem. A estrutura começa a funcionar a partir das 8h, na sede Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs), na zona leste da Capital, onde irá atender clientes com sintomas respiratórios iniciais associados a Covid-19 e que precisam realizar testagem.
 
A unidade localizada no bairro Partenon atenderá clientes da Unimed todos os dias da semana, inclusive feriados, das 8h às 20h. Pelo menos 15 profissionais, entre médicos e enfermeiros, vão trabalhar no local inicialmente. Na estrutura, serão disponibilizados atendimento médico adulto para pacientes com sintomas respiratórios iniciais associados a Covid-19 e serviço laboratorial para o exame de detecção do novo coronavírus, o RT-PCR, por biologia molecular. Quem busca exclusivamente atendimento pediátrico deve recorrer à unidade da cooperativa no Shopping Total.

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 De acordo com o presidente do Conselho de Administração da Unimed Porto Alegre, Flávio da Costa Vieira, a nova instalação integra as diversas ações que a cooperativa vem realizando com relação ao enfrentamento da Covid-19, como as ações realizadas no Litoral Norte. Ele esclarece que o local vai funcionar por tempo indeterminado e vai oferecer serviços de consultas. "É uma tentativa de desafogar as emergências dos hospitais dos casos mais simples", observa, acrescentando que o local está preparado apenas para atendimento de casos leves.
 
Conforme Vieira, a iniciativa visa conter o aumento das internações por conta da pandemia da Covid-19, principalmente de pessoas com idade abaixo de 50 anos. "Nas últimas duas semanas, 30% dos pacientes internados têm menos de 50 anos", frisa. Ele alerta que o vírus está atingindo pessoas sem comorbidades. "As pessoas precisam continuar se cuidando, não existe essa história de que o vírus só acomete pessoas de mais idade, acomete todo mundo", completa.
 
Ele reforça os pedidos das autoridades de saúde para que a população saia de casa apenas quando for necessário. "A pandemia não terminou, estamos no nosso pior momento, de superlotação em muitos dos nossos serviços de saúde. Se não fizermos nossa parte, existe risco sério de faltar lugar nos hospitais para pessoas que conhecemos e que queremos bem", avalia.


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