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Velório de Paulo Henrique Amorim reúne familiares e amigos

Sepultamento do jornalista será às 17h

Por
R7

Paulo Henrique Amorim foi vítima de um infarto

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O jornalista Paulo Henrique Amorim recebeu suas últimas homenagens na manhã desta quinta-feira na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Centro do Rio de Janeiro. Familiares, amigos e fãs estiveram presentes no velório do apresentador da Record TV, que morreu aos 76 anos na madrugada desta quarta-feira, vítima de um infarto. O sepultamento será às 17h no Cemitério da Penitência, no Caju

Presidente da ABI, Paulo Jeronimo, lamentou a morte do colega e disse ser uma perda irreparável para o jornalismo e a sociedade brasileira. "Era um cara brilhante. Eu o conheço do Jornal do Brasil, Veja, Exame, TV Globo e no final na Record e com blog na internet. Ele jogou em todas a posições e sempre com brilhantismo. Era um cara extremamente bem humorado, com umas tiradas que vão fica para história da imprensa brasileira. Ele deixará um legado que dificilmente será substituído", comentou.

Na noite da terça-feira, o jornalista havia saído para jantar com amigos e não demonstrou nenhum sinal de mal-estar. Após a notícia, famosos e políticos lamentaram a morte do jornalista. Daniela Mercury, Ana Hickmann, José de Abreu, Maisa Silva e Julia Lemmertz prestaram condolências ao apresentador

Além de familiares, fãs foram dar o último adeus para o jornalista. Conhecida como Vovó Tricolor, Maria de Lourdes Pereira disse emocionada que acompanhava o jornalista no Domingo Espetacular.  "Eu não perdia, principalmente quando ele falava sobre os bichinhos. Eu tenho um animalzinho, então quando ele falava disso eu ficava contente. Ele vai deixar pra mim muitas recordações. O homem estava sempre sorrindo. Ele amava a vida. E eu vim representando a torcida do Fluminense. Falei com a filha dele, ela agradeceu muito."

Flávio Salgueiro, editor-chefe do Jornal da Record, que trabalhou com Paulo Henrique Amorim no Domingo Espetacular, disse que apesar de exigente como profissional, era também uma pessoa muito tranquila no dia a dia. "Era uma pessoa muito relaxada, muito tranquila, muito amistosa no trato pessoal e ao mesmo tempo era uma pessoa muito exigente quando se tratava da vida profissional. E ele sabia reconhecer os pontos fortes de cada pessoa que trabalhava com ele, sabia estimular, mas dava muita bronca. Ele era uma pessoa bastante popular pela entonação da voz, a voz levemente anasalada, pelos bordões, mas acho que o legado real do Paulo Henrique é que o jornalismo tem que ser contestador, ser independente", destacou.