Covax assina acordo com a Moderna para 500 milhões de doses de vacina anticovid

Covax assina acordo com a Moderna para 500 milhões de doses de vacina anticovid

A farmacâutica norte-americana fornecerá 34 milhões de doses ainda neste ano

AFP e Correio do Povo

Produto foi homologado pela OMS na segunda-feira

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O programa Covax Facility, que favorece a distribuição equitativa de vacinas, assino um acordo com a empresa Moderna para adquirir 500 milhões de doses de sua vacina anticovid, anunciou nesta segunda-feira a Aliança das Vacinas (Gavi). "Estamos muito felizes de assinar este novo acordo com a Moderna, que dá aos participantes do Covax acesso a outra vacina altamente eficaz", afirmou Seth Berkley, diretor executivo da Gavi.

A farmacâutica norte-americana fornecerá 34 milhões de doses no quarto trimestre deste ano, enquanto a Suécia doou um milhão de vacinas da AstraZeneca para a iniciativa global, um pequeno impulso enquanto luta para obter estoques para inocular as pessoas mais pobres do mundo. O acordo expande a carteira de marcas do programa para oito e contém opções para potencialmente acessar doses de vacinas adaptadas a variantes no futuro, disse o relatório.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) concedeu nesta sexta-feira a homologação de emergência para a vacina contra a Covid-19 da Moderna, a quinta a receber essa aprovação da agência sanitária da ONU. “Agradeço aos nossos parceiros Gavi e Covax pelo seu trabalho incansável e a toda a equipa Moderna pela colaboração para chegar a este acordo. Este é um marco importante, pois trabalhamos para garantir que as pessoas em todo o mundo tenham acesso à nossa vacina”, disse Stéphane Bancel, CEO da Moderna.

A doação sueca é a segunda de um membro da União Europeia (UE), depois da França, no mês passado, em meio a preocupações crescentes sobre a crescente desigualdade na distribuição de vacinas. A Suécia interrompeu o uso da AstraZeneca em março após relatos de coágulos sanguíneos raros, mas graves, entre as pessoas que haviam recebido a vacina. Posteriormente, retomou o uso, mas apenas para pessoas com 65 anos ou mais.


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