EUA impõe sanções econômicas a poderoso general de Cuba

EUA impõe sanções econômicas a poderoso general de Cuba

Chefe do banco central da Síria e outras 16 pessoas e entidades também foram incluídas em uma tentativa de evitar que o presidente Bashar al-Assad permaneça no poder

AFP

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Os Estados Unidos impuseram, nesta quarta-feira, sanções econômicas ao general cubano Luis Alberto Rodríguez López-Calleja, chefe do conglomerado empresarial militar mais poderoso da ilha e ex-genro do ex-presidente Raúl Castro. Presidente do Grupo de Administração Empresarial SA (GAESA) de Cuba, Rodríguez López-Calleja foi incluído na lista do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Departamento do Tesouro, informou o secretário de Estado americano, Mike Pompeo.

A medida significa o congelamento de todos os bens de Rodríguez López-Calleja sob jurisdição dos Estados Unidos e a proibição de qualquer transação envolvendo indivíduos e entidades norte-americanas. "A receita gerada pelas atividades econômicas do GAESA é usada para oprimir o povo cubano e financiar a dominação parasitária e colonial de Cuba sobre a Venezuela", disse Pompeo.

"A medida de hoje demonstra o compromisso de longa data dos Estados Unidos em acabar com as práticas econômicas que beneficiam desproporcionalmente o governo cubano, ou seus militares, agências de Inteligência e segurança, ou pessoal, às custas do povo cubano e venezuelano", completou o secretário de Estado.

Medias contra autoridades da Síria

Também foram sancionados o chefe do banco central da Síria e outras 16 pessoas e entidades em uma tentativa de evitar que o presidente Bashar al-Assad permaneça no poder sem responder antes pelas atrocidades cometidas em nove anos de guerra civil. "Quem continuar apoiando o brutal regime de Bashar al-Assad, estará possibilitando sua corrupção e violações aos direitos humanos", disse em uma nota o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin.

Ao seu lado, o chefe da diplomacia, Mike Pompeo, disse que as sanções "não irão parar até que o governo de Assad e seus facilitadores deem passos irreversíveis para encerrar sua campanha de violência contra o povo sírio".

 

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