Corpo ensanguentado é encontrado junto ao lixo no bairro Partenon, em Porto Alegre

Corpo ensanguentado é encontrado junto ao lixo no bairro Partenon, em Porto Alegre

Vítima, ainda sem identificação, teria sido esfaqueada e agredida brutalmente

Correio do Povo

Crime ocorreu na madrugada na rua Pedro Velho,,mas foi descoberto pela manhã

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A Polícia Civil investiga um assassinato ocorrido nesta sexta-feira em Porto Alegre. No início da manhã, o corpo de um homem todo ensaguentado, ainda sem identificação, foi encontrado junto a um lixo acumulado na calçada de um terreno baldio na rua Pedro Velho, no bairro Partenon. Em outra calçada havia poças de sangue no chão. Acionados, os policiais militares do 19º BPM compareceram no local e isolaram a área para o trabalho do Instituto-Geral de Perícias (IGP). O crime ocorreu durante a madrugada, possivelmente em torno das 2h.

Uma equipe da 1ª Delegacia de Polícia de Homicídios e Proteção à Pessoa também foi mobilizada. Respondendo interinamente pela 1ª DPHPP, o delegado Rodrigo Pohlmann Garcia não acredita que o crime tenha ligação com a guerra entre facções criminosas. “Pode ser relacionado com alguma desavença ou rixa pessoal”, observou. Ele não descartou que a vítima seja um morador de rua ou usuário de drogas.  

Conforme o delegado Rodrigo Pohlmann Garcia, a vítima tinha marcas de que "provavelmente possa ter sido esfaqueada" e também agredida. “Aparentemente existem indicativos de que ele entrou em luta corporal. Ele pode até tomado pauladas pois estava com o rosto desfigurado”, afirmou. "Há lesões no corpo que podem indicar que entrou em luta corporal e foi agredido com um material contundente", enfatizou. Os laudos periciais do IGP devem agora esclarecer o que ocorreu com o indivíduo.

“O que levou a óbito provavelmente foram as facadas”, acrescentou. Nesse sentido, lembrou, uma briga de faca aponta a autoria do crime para “alguém com quem ele conhecia ou convivia”. O delegado Rodrigo Pohlmann Garcia recordou ainda que, além de uma desavença pessoal, o assassinato pode estar ligado a “uma questão sexual por trás”. A investigação da 1ª DPHPP deve agora elucidar todas as dúvidas.


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