Liderança de quadrilha que atuava no Novo Cangaço é presa no Paraná

Liderança de quadrilha que atuava no Novo Cangaço é presa no Paraná

Segunda fase da operação Resposta da Polícia Federal e a Polícia Militar foi deflagrada nesta terça-feira

Correio do Povo

Houve o cumprimento de um mandado de prisão preventiva e de cinco mandados de busca e apreensão

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A Polícia Federal e a Polícia Militar do Paraná deflagraram nesta terça-feira a segunda fase da operação Resposta. O alvo desta vez foi uma das lideranças de uma organização criminosa especializada na modalidade delituosa conhecida como Novo Cangaço. No dia 8 deste mês foi realizada a primeira etapa da ação que resultou na prisão de nove integrantes da quadrilha.

Cerca de 50 policiais federais e policiais militares cumpriram no início da manhã um mandado de prisão preventiva e de outros cinco mandados de busca e apreensão em Curitiba e Região Metropolitana. Segundo a Polícia Federal, o bandido preso “tem um extenso currículo na área de assalto à banco, sendo suspeito de participar de grandes roubos a bases de valores”.

As investigações começaram no dia 21 de fevereiro do ano passado, após a quadrilha cometeu um ataque com explosivos contra a agência da Caixa Econômica Federal na cidade de Telêmaco Borba. Na ocasião ocorreu um confronto e um policial militar do 26º BPM foi baleado e morto.

Um outro ataque com explosivos foi praticado pela quadrilha em dezembro do ano passado contra as agências do Sicredi e Bradesco na cidade de Floraí. Uma viatura blindada da Polícia Rodoviária Federal foi alvo de tiros e uma policial militar ficou ferida durante confronto na BR 373, em Ponta Grossa, quando a quadrilha fugia de Floraí. Um dos bandidos ficou ferido gravemente ao ser baleado na troca de tiros. O corpo dele foi encontrado dias depois na região de Taquari dos Polacos.

Ao longo do trabalho investigativo, as ações conjuntas da Polícia Federal e da Polícia Militar do Paraná resultaram na prisão de vários criminosos e no recolhimento de fuzis, coletes balísticos, drogas, dinheiro e documentos falsos.

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