Operação Arca da Polícia Civil resgata 28 aves silvestres em Guaíba

Operação Arca da Polícia Civil resgata 28 aves silvestres em Guaíba

Pássaros estavam engaiolados em um estabelecimento comercial na cidade

Correio do Povo

Espécies da fauna nativa foram encaminhadas ao Ibama

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Mais uma edição da operação Arca foi desencadeada pela Polícia Civil na Região Metropolitana de Porto Alegre. Na manhã desta terça-feira, os agentes da DP de Guaíba, sob comando da delegada Karoline Calegari, resgataram 28 pássaros silvestres que estavam engaiolados em um estabelecimento comercial no bairro Columbia City. Entre as aves foram encontrados exemplares de várias espécies da fauna nativa, inclusive cardeal que está em processo de extinção.

Um indivíduo foi conduzido até a delegacia e responderá por crime contra a fauna e por maus tratos contra animais, pois as gaiolas estavam em condições inadequadas. Já os pássaros foram encaminhados ao Ibama, que fará a triagem dos que tiverem condições de serem soltos na natureza e de quais necessitarão de reabilitação antes da soltura.

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Guaíba prestou apoio na ação. De acordo com a delegada Karoline Calegari, a delegacia e a prefeitura estão verificando denúncias de caça predatória e de maus tratos contra animais na cidade.

Para o diretor da 2ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana (2ª DPRM), delegado Mario Souza, a operação Arca continua com investigação em toda Região Metropolitana de Porto Alegre.

TRÊS COROAS

Em Três Coroas, a Polícia Civil realizou a operação Ártemis com apoio da Rede de Proteção Ambiental e Animais, de Teutônia, visando coibir a comercialização de pássaros e caça de animais silvestres.

Em uma residência da Linha Café, a equipe do delegado Ivanir Caliari localizou cinco pássaros silvestres em situação ilegal, além de gaiolas, alçapão, armadilhas e arma de pressão. Já em um sítio na localidade de Moreira, os policiais civis apreenderam três armas de fogo e diversas munições.

Em ambos os casos, os suspeitos utilizavam-se de perfis falsos para venda de animais e troca de informações referentes aos locais de caça clandestina. O delegado Ivanir Caliari frisou a importância da troca de informações entre as redes de proteção de animais com a Polícia Civil e Brigada Militar.


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