Polícia Civil prende envolvido no assassinato de um empresário em 2019 em Porto Alegre

Polícia Civil prende envolvido no assassinato de um empresário em 2019 em Porto Alegre

Considerado de alta periculosidade, o foragido foi capturado pelos agentes do Denarc em Gravataí

Correio do Povo

Houve apreensão de 45 buchas de cocaína, um revólver, 18 munições, dois carregadores, uma balança de precisão e documento falsificado

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Foragido, um dos envolvidos no assassinato de um empresário em 2019 em Porto Alegre foi capturado pelos agentes do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (Denarc) da Polícia Civil. Os agentes realizavam uma investigação sobre a atuação de uma facção criminosa, envolvida com o tráfico de drogas, em Cachoeirinha e Gravataí.

O indivíduo, de 22 anos, tentou se passar por outra pessoa, com uma carteira nacional de habilitação falsa, diante da equipe do delegado Alencar Carraro. Considerado de alta periculosidade, o criminoso tinha um mandado de prisão preventiva expedido pela 2ª Vara do Júri de Porto Alegre. Ele tem extensa ficha de antecedentes, sendo apontado como um dos que comandam o tráfico de drogas para a facção.

A prisão do foragido aconteceu durante cumprimento de um mandado de busca e apreensão no bairro Nossa Chácara, em Gravataí. No local, os policiais civis apreenderam 45 buchinhas de cocaína, um revólver calibre 38, 18 munições de diversos calibres, dois carregadores de pistola e uma balança de precisão, além do documento falsificado.

A ação foi deflagrada a partir de sexta-feira. De acordo com o delegado Alencar Carraro, a facção criminosa surgiu no bairro Bom Jesus, em Porto Alegre, e atua em toda a Região Metropolitana.

EMPRESÁRIO

O assassinato aconteceu na noite de 31 de outubro de 2019. O empresário Jair Silveira de Almeida, 53 anos, foi alvo de vários tiros dentro de um Range Rover na avenida das Indústrias, no bairro São João, na Zona Norte de Porto Alegre. A vítima chegou a ser socorrida e internada no Hospital Cristo Redentor, mas não resistiu aos graves ferimentos. Na época, a Polícia Civil apurou que o empresário foi morto por engano, pois a Range Rover era de propriedade do sócio dele em uma clínica geriátrica existente no local onde foi assassinado. Um suspeito foi detido no dia seguinte em Cachoeirinha.


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