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TSE divulga lista com entidades nacionais aptas a ser observadoras das eleições

Entre elas, estão as Universidades do Estado do Rio de Janeiro e de São Paulo, além de associações de juristas e defensores públicos

TSE informou as entidades nacionais aptas para participar das eleições como observadoras | Foto: Evaristo Sá / AFP / R7 / CP

Na tentativa de garantir a transparência do sistema eleitoral brasileiro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou, nesta terça-feira, as entidades nacionais que estão aptas para participar das eleições deste ano como observadoras.

As selecionadas são: Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD); Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos (Anadep); Associação Juízes para a Democracia (AJD); Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE); Sociedade de Ensino Superior de Vitória (Faculdade de Direito de Vitória - FDV); Transparência Eleitoral Brasil; Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ;) e Universidade de São Paulo (USP).

É a primeira vez que a corte publicou um chamamento para missões nacionais. Nas eleições municipais de 2020, houve uma experiência-piloto, com a participação da Transparência Eleitoral Brasil. Agora, o pleito deste ano contará com oito entidades observadoras, além das internacionais.

"O estímulo à participação de missões de observadores está na fronteira das melhores práticas internacionais e atende a uma das recomendações da Organização dos Estados Americanos (OEA) em 2018 para esta Justiça Especializada", afirma o TSE.

O TSE vê a presença dos organismos internacionais como uma necessidade de ressaltar a segurança do sistema eletrônico de votação e destacar que a comunidade internacional está atenta ao desenrolar das eleições no Brasil. O presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus aliados têm questionado a segurança das urnas e chegaram a falar em fraude nas eleições de 2018.

Em reunião com embaixadores estrangeiros no Palácio do Alvorada, na última segunda-feira (18), Bolsonaro voltou a criticar o sistema eleitoral brasileiro, levantou novamente suspeitas sobre as urnas eletrônicas, sem apresentar provas, e atacou ministros do TSE  e do STF.

Ministros do TSE têm destacado que o resultado do pleito deve ser respeitado, independentemente de quem vença. O ministro Edson Fachin, atual presidente da corte, afirmou que existe uma preocupação com a segurança da votação e da campanha, assim como com a integridade dos candidatos.

Propostas das Forças Armadas

Mais cedo, o TSE afirmou que as três propostas sobre as eleições feitas pelo ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira, e pelo coronel Marcelo Nogueira de Souza já foram analisadas e consideradas.

O ministro da Defesa voltou a questionar na última quinta-feira (14), em uma audiência pública no Senado, a segurança das urnas. Antes disso, no último dia 6, o ministro havia ido a uma comissão na Câmara dos Deputados, ocasião em que também pôs em dúvida a lisura do processo eleitoral.

R7