"Jamais patrocinei fake news", diz Hang sobre operação da Polícia Federal

"Jamais patrocinei fake news", diz Hang sobre operação da Polícia Federal

Empresário disse que "às vezes, tem um fato e varias versões" e ele sempre coloca a sua

Por
R7

Empresário gravou vídeo para as redes sociais


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O empresário Luciano Hang afirmou nesta quarta-feira, em live no Facebook, que nunca patrocinou o disparo de mensagens falsas , em uma resposta à operação da Polícia Federal (PF). "Jamais patrocinei fake news. O que é? Fazer algo certo e transformar em errada. Queremos falar a verdade. Às vezes, tem um fato e várias versões. Eu sempre coloco a minha versão. Sempre produzimos conteúdo nas nossas redes sociais para os nossos fãs em todo o Brasil", afirmou o dono da Havan.

O empresário é um dos alvos da operação desta quarta no âmbito do inquérito das fake news, do Supremo Tribunal Federal (STF). Hang afirmou que os ministros da Corte estão no direito de investigar, mas que autoridades não vão encontrar regularidades em seus pertences apreendidos. 

"Acho que (os ministros do STF) estão no direito deles, de irem atrás se tem a veracidade ou não, se alguém fez alguma coisa ou não contra os membros ou contra a alta Corte. Mas muita transparência. Meu celular e meu computador vão provar que jamais que fiz algo contra os seus membros e a Corte. É por isso que eu uso tanto as redes sociais, temos milhões de pessoas nos seguindo, para termos uma voz para todos os brasileiros", disse.

O empresário afirma que jamais atentou contra um ministro ou contra o Supremo. De acordo com Hang, "tudo o que eu penso eu coloco nas minhas redes sociais e jamais atentei contra um ministro ou o STF. E isso estará provado no meu computador e no meu celular".


Na segunda-feira, ele foi condenado pela Justiça de São Paulo a indenizar o reitor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Marcelo Knobel, em R$ 20,9 mil por danos morais após publicação de notícia falsa no Twitter.