Colheita do pinhão recupera volume

Colheita do pinhão recupera volume

Produção deve se aproximar da média histórica do Estado, de 900 toneladas por safra

Carolina Pastl*

Região da Serra é onde se concentra os maiores municípios gaúchos produtores da semente

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A colheita do pinhão está em andamento no Rio Grande do Sul e aponta para uma oferta maior aos consumidores do que a de 2020. Na Serra Gaúcha, onde se localizam os principais municípios produtores, a estimativa é de que o volume final supere o do ano passado em índices que podem variar de 30% a 100%, conforme a localidade, e se aproxime da média histórica do Estado, de 900 toneladas por safra, segundo a Emater/RS-Ascar.

“Os pinhões que vêm sendo colhidos também apresentam boa qualidade e sanidade”, afirma a engenheira florestal e extensionista rural da Emater, Adelaide Juvena Kegler Ramos. “O diferencial para 2020 está na produtividade”, compara.

Os principais motivos para o bom desempenho, segundo Adelaide, foram as condições climáticas favoráveis no período de desenvolvimento do pinhão e à alternância natural de produção, característica da espécie, que alterna anos de safras boas e de menos intensas.

Os preços partem de R$ 3,50 o quilo, na venda feita a intermediários, e vão até R$ 12,00, em supermercados, de acordo com a Emater/RS-Ascar. A colheita vai até junho.

*Sob supervisão de Elder Ogliari


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