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Expodireto chega à 20ª edição maior e mais internacional

Em cindo dias, cerca de 250 mil visitantes devem passar pela feira, em Não-Me-Toque

Por
Correio do Povo

Em quase duas décadas, Expodireto movimentou cerca de R$ 18 bilhões em negócios

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Quando os portões do parque da Expodireto Cotrijal se abrirem, no próximo dia 11 de março, em Não-Me-Toque, os mais de 250 mil visitantes que estão sendo esperados nos cinco dias de feira vão se deparar com o que há de mais moderno em maquinário e tecnologia voltadas ao agronegócio. Mas muito além disso, presenciarão o resultado de um esforço para promover o agronegócio do Rio Grande do Sul, que começou há 20 anos com o propósito de atender um público regional, logo ganhou status de estadual, e mais tarde de internacional. “Enxergamos essa trajetória como de sucesso, desenvolvimento e crescimento profissional do nosso produtor”, afirma o presidente da Cotrijal, Nei Mânica. 

Segundo Mânica, a Expodireto surgiu de uma ideia modesta, mas com base em um formato inédito no Estado, o qual propunha uma exposição sem opções de lazer, dedicada essencialmente aos negócio. Em duas décadas, a feira acumulou uma soma de negócios próxima aos R$ 18 bilhões, tornando-se uma das referência no calendário nacional e internacional de exposições agropecuárias, quintuplicou o número de expositores e recebeu cerca de 3 milhões de visitantes. 

De acordo com o presidente da Cotrijal, a Expodireto tem atrelada à sua história a troca de experiências e a possibilidade de discussão entre os elos da cadeia rural em todo o país, dando oportunidades infinitas ao crescimento sustentável de todo o segmento. “A edição deste ano promete ser maior e ainda melhor, em função do novo momento político e do otimismo trazido pelas ações do novo governo”, acrescenta Mânica.

Expansão internacional

Entre os destaques da trajetória da Expodireto Cotrijal está sua internacionalização, que ampliou o leque de possibilidades dos produtos do agronegócio gaúcho em mercados de pelo menos 70 países. Responsável pela administração da área internacional e coordenador do setor na Expodireto há três edições, Regis Mendes, diz que a feira sempre teve um conceito internacional, mas até meados da primeira década do evento evoluía de modo tímido. 

O marco de internacionalização da feira se deu em 2009, garante Mendes, quando uma comitiva da exposição visitou países da Europa para divulgar o evento. Entre esses países estava a Polônia, que em 2010 enviou missão a Não-Me-Toque e fechou contratos num valor superior a toda a rodada internacional de negócios do ano anterior. “Com ações como esta que conquistou a Polônia fomos criando amplitude deste conceito e chegamos à importância que a área internacional tem hoje, não só com fechamento de negócios, mas também com rodadas de investimento”, completou. 

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