Produtos caseiros aproximam visitantes da Agricultura Familiar na Expointer
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Produtos caseiros aproximam visitantes da Agricultura Familiar na Expointer

Expositores avaliam como positiva a venda de produtos na Feira

Por
Chico Izidro

Expositores avaliam como positiva a venda de produtos na Feira

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Os expositores da 21ª Feira da Agricultura Familiar na Expointer não tinham motivos para reclamar. Pelo contrário, estavam muito satisfeitos com o sucesso de vendas obtido neste ano no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. No último dia do evento, o público foi intenso e, sendo início de mês, chegou disposto a adquirir os produtos colocados à venda.

“De acordo com uma avaliação da Emater, nossos produtos tiveram uma aceitação de 92%”, afirmou o expositor Luciano Sandrin, da Agroindústria familiar Nona Diva, de Barão (RS). “Este é o nono ano que participamos da Expointer, e superamos as expectativas”, disse ele, que expõe no pavilhão cucas, bolos e pães. “Há cada ano vendemos mais”, garantiu.

A expositora Sueli Schons, da Agroindústria Schons (banca 93), de São José da Hortência, contou que as vendas de rapaduras, doces e melados foram excepcionais neste ano, o sexto em que a empresa participou da Expointer. “A rapadura é nosso carro-chefe, é o que mais sai”, revelou. Já Airton Chiodelli, da Agroindústria Ki-Cana, de Campinas do Sul, em seu sétimo ano de exposição, também se mostrou muito feliz com as vendas – o negócio da família são os derivados da cana. “Não paramos de vender açúcar mascavo”, lembrou. “Ele é natural, não leva nada de elementos químicos, e não altera nada o sabor num café, por exemplo, explicou.

O comerciário Antônio Jorge Martins aproveitou o tempo bom que fez no domingo e decidiu vir de Viamão até a Expointer adquirir alguns produtos. “Dinheiro no bolso e sol”, alegrou-se. “Decidi pegar meu chimarrão e vir à Feira. Aqui os produtos são naturais, baratos e muito bons”, garantiu, mostrando as compras – ele adquiriu cucas, queijos e mel, muito mel. O aposentado Ademir Vianna, de Porto Alegre, por sua vez, foi até a Feira da Agricultura Familiar comprar vinhos coloniais, queijo e salame. “Frequento a Expointer há décadas, não sei precisar a primeira vez que estive aqui. E este ambiente é ótimo, adoro movimento, conversar com os vendedores e provar as iguarias”, completou.