Adiamento do Enem é acertado, mas ainda há desafios para prova equânime
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Adiamento do Enem é acertado, mas ainda há desafios para prova equânime

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Correio do Povo

Acessibilidade e a desigualdade social são os principais fatores levantados em relação a realização da prova

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Diante da necessidade de conter a Covid-19, escolas e universidades suspenderam as aulas. Como consequência disso, a preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio o (Enem) foi prejudicada, e um movimento pela alteração da data ganhou corpo no País. Pressionado, pela aprovação quase unânime no Senado de um projeto de lei que determinava o adiamento da prova – o único voto contrário no placar de 75 a 1 foi de Flávio Bolsonaro –, o Ministério da Educação afirmou que a prova não vai mais ocorrer no dias 1º e 8 de novembro, como estava previsto.

O Direto ao Ponto recebe a doutora Roselane Zordan Costella, docente da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A professora, especialista em Enem, discute a transferência da prova e o cenário da educação brasileira durante a pandemia. A apresentação é de Eric Raupp.

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