Por que há uma escassez global de chips e como ela nos afeta no dia a dia

Por que há uma escassez global de chips e como ela nos afeta no dia a dia

Direto ao Ponto recebe Rafael Garibotti, professor do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da PUC-RS para comentar o cenário da falta de semicondutores

Correio do Povo

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Com a pandemia, a demanda por telefones celulares, laptops e outros dispositivos de trabalho em casa pressionaram as fábricas a aumentar o número de chips que estão entregando para esses produtos. A indústria automotiva global previu que a demanda por carros cairia; então, reduziu seus pedidos de chips semicondutores usados ​​em segurança, controle, emissões e sistemas de informação do motorista. Agora, o mundo enfrenta uma escassez dos chamados semicondutores, uma pequena peça essencial para que o mundo digital, e também analógico, funcione.

Para falar sobre esse cenário e os impactos desse fenômeno, o Direto ao Ponto recebe Rafael Garibotti, doutor em Microeletrônica pela Université de Montpellier e pesquisador e professor permanente do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

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