A saúde mais tecnológica

A tecnologia no setor de saúde é uma tendência para que se tenha mais qualidade e agilidade na área e, por consequência, na vida. O assunto será debatido durante a Hospitalar, mais importante feira internacional da área, que acontece em São Paulo, de 22 a 25 de maio, e na qual o Rio Grande do Sul estará presente. No estande, empresas gaúchas fabricantes de produtos e equipamentos médico-hospitalares e de tecnologias.
Entre as muitas palestras e congressos, o HIMSS@Hospitalar – International Digital Healthcare Forum, que contará com mais de 60 conferências e oito debates, ganha destaque, pois promete revelar propostas inovadoras e já testadas para otimizar as operações em hospitais, clínicas e laboratórios. Com o tema “Centralização de Dados e Descentralização do Cuidado”, o HIMSS@Hospitalar vai mostrar como pode ocorrer uma transformação em larga escala na comunidade médica, em um futuro bem próximo, na qual são atingidas desde as formas de pagamento e prescrição até o relacionamento médico-paciente. O conceito de telemedicina, por exemplo, permite que o paciente se comunique com o médico via Whatsapp a qualquer sinal de desconforto. Muito mais rápido do que marcar um atendimento e esperar que ele, efetivamente, aconteça.
Na mesma linha, o tema teleconsultas e vídeo-orientações, formatos que entrarão em vigor no Brasil ainda neste ano, estará em pauta. A perspectiva é que daqui a uma década, cerca de 20 a 25% de todos os atendimentos médicos no Brasil serão feitos remotamente. A ideia é utilizar a tecnologia para otimizar o tempo, descentralizar o atendimento e permitir que mais pessoas tenham acesso a informações de qualidade.
A tecnologia também pode facilitar a questão do segundo diagnóstico. Segundo as informações divulgadas pela organização do evento, essa etapa normalmente não é feita e, quando é, não é adequada. A comparação de dados (utilizando algoritmos), a avaliação de casos semelhantes e a análise dos mesmos sintomas de pacientes que tomaram uma mesma medicação, por exemplo, servirão como base para contemplar as decisões sobre o melhor diagnóstico feito com o uso da tecnologia. A previsão é que até o final da próxima década, todo o segundo diagnóstico no Ocidente será feito por máquinas, o chamado machine learning.

Feira acontece de 22 a 25 de maio, em São Paulo, e contará com a participação de empresas gaúchas

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