Aspirina pode ajudar a retardar o Alzheimer

Correio do Povo Viva Bem
Estudos mostram que a aspirina é capaz de proteger contra o Alzheimer. Foto: Stevepb / Pixabay / CP

O Alzheimer, doença merecedora de muitos estudos e de origem ainda não totalmente conhecida, acomete as células a nível cerebral, levando o paciente ao estado de demência, dificuldade em se comunicar, mudanças de humor e comprometimento de todo o corpo por destruição de células. Com o objetivo de retardar a degradação, a aspirina parece ser uma potencial saída. Este que é um dos medicamentos mais comuns, foi apontado como capaz de estimular os lisossomos, responsáveis pela destruição de certas células através de conjuntos de enzimas, neste caso, a proteína beta-amolóide, que desenvolve as placas senis que resultam no Alzheimer.

Este não é o primeiro estudo que associa a doença degenerativa à aspirina, sendo que o trabalho, agora apresentado no ‘Journal of Neuroscience’, se baseou nos anteriores para sustentar a ideia de que a medicação pode ser protetora contra doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer. O estudo atual é impressionante,  pois investiga um novo mecanismo cerebral pelo qual a aspirina pode gerar efeitos de proteção.

Com a atual descoberta, além de se apontar mais uma vantagem à ingestão moderada de aspirina, que se soma à dupla alívio de dores e controle de doenças cardiovasculares, torna-se necessário investir em estudos sobre o tema onde se aprofunde esta forma de combate ao Alzheimer. Enquanto isso, os autores do estudo alertam para que não se comece a tomar aspirina como forma de tratamento de Alzheimer sem que o problema – e medicação – sejam indicados por um especialista.

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