Em busca de resiliência

Conforme a conferencista Jô Lima, resiliência é a capacidade de manter a mente sã em meio ao caos. Um desafio nos dias atuais

Atualmente, quando falamos em resiliência, devemos pensar mais na capacidade de se adaptar às mudanças. É imprescindível analisarmos que tudo é fluxo, tudo está se transformando ao nosso redor e, dessa forma, temos que mudar junto sem perder a essência. A avaliação é da conferencista nacional Jô Lima, que há mais de 15 anos trabalha com a temática da resiliência.
Conforme a especialista, já sabemos que o QI (coeficiente intelectual) é imutável. Já o QE (coeficiente emocional) pode ser aprimorado e desenvolvido ao longo da vida. Além disso, podemos e devemos usar as emoções com inteligência. Essa escolha vai contribuir muito para a nossa saúde física e mental, além de potencializar o nosso êxito profissional. Outro fato é que essa capacidade influencia positivamente nossos relacionamentos e a maneira como lidamos com nossos desafios diários. “O mundo está cada vez mais complexo e nos exigindo mais inteligência emocional para lidar com adversidades. Não podemos mudar as circunstâncias, mas é possível aprender a perceber nossas emoções e a gerenciá-las de uma forma que nos causem cada vez menos danos emocionais, físicos e sociais. Acredito ainda que o caos nos qualifica e as adversidades nos fortalecem. Aquilo que não nos desafia verdadeiramente não nos transforma”, explica Jô.

Na avaliação de Jô Lima, ser resiliente é fundamental para viver melhor. “Meu conceito de resiliência é bem objetivo: é a capacidade de ter conduta sã em meio ao caos. E de caos você deve entender bastante, porque não importa onde você vive, a área que você trabalha, com certeza você atua com foco em resultados e a pressão psicológica é parte integrante dos espaços de alta performance. Mas o que realmente importa é como enfrentamos o nosso caos e como reagimos às pressões inerentes a todas as dimensões da vida”, destaca. De acordo com Jô, o primeiro passo que ela considera decisivo é ampliarmos nosso autoconhecimento, saber onde estamos, para onde queremos ir e quais são nossas potencialidades e nossos pontos de melhorias. A partir dessas reflexões, precisamos direcionar nossos propósitos de vida para que eles estejam alinhados com aquilo que estamos fazendo. Dessa forma, nossa jornada fica mais produtiva, engrandecedora e, além de nos realizar, pode fazer diferença positiva em nossa vida e na vida das demais pessoas.

Foto: Divulgação / CP

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