Autoestima é combustível para uma boa saúde

Foto: Shurkin_Son / Shutterstock / CP

Quando uma pessoa tem autoestima elevada, não compete com o outro, ela, em geral, quer compartilhar o que tem de melhor, colaborar. A análise é dos irmãos Quiróz, que estudam e vivenciam o tema. Emanuel é coach e intérprete em língua japonesa e Marius, publicitário e coach. Ao estudarem coaching e analisarem diversas questões cotidianas, foram percebendo que ter autoestima é fundamental na vida.

Para isso, desenvolveram ferramentas para encontrar soluções. “Soluções existem. É preciso querer, é preciso buscar”, salienta Marius. E complementa: “Nós tivemos os nossos momentos difíceis e foram eles que nos levaram a refletir sobre a vida que realmente queríamos viver. Percebemos que sempre fazíamos as mesmas coisas, sempre pensávamos da mesma forma e consequentemente os resultados eram sempre os mesmos”, observa.

Conforme ele, ao irem em busca de respostas adequadas e resultados efetivos para suas vidas, experimentaram novos métodos e foi quando descobriram, na prática, a necessidade de mudar a percepção sobre a vida e agir de forma diferente para, de fato, colher resultados melhores.

“Em todas as situações que observamos, identificamos que a autoestima sempre foi o fator principal para qualquer mudança. Por esta razão, nos dedicamos a estudá-la e incorporá-la em nossas vidas”, ressalta Marius. Conforme Emanuel, a pessoa pode ter inúmeras habilidades e capacidades, como disciplina, interesse, boa vontade, entre outras, mas se não tiver autoestima elevada não vai a lugar nenhum.

Os irmãos ressaltam que é importante também reprogramar as crenças (sobretudo as crenças limitantes), manter atitude positiva diante da vida, afastar-se de influências negativas e comemorar as conquistas. Esses ingredientes fazem parte das “quatro ações” que eles acreditam serem fundamentais para “turbinar a autoestima”.

Marius lembra que crenças são ideias e pensamentos que adotamos como regras na nossa vida. Toda ideia em que acreditamos passa a ser uma lei e por isso influencia o nosso jeito de pensar, agir e reagir. Elas podem ser limitantes, ideias que menosprezam, sentimentos de impotência, inseguranças, autodepreciação, medos e tudo o que anula o que temos de melhor.

Há, porém, as crenças construtivas, que nos valorizam, motivam, dão coragem, geram autoconhecimento e força, que elevam nossa autoestima.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

%d blogueiros gostam disto: