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20/02/2014 08:24 - Atualizado em 20/02/2014 17:49

Com menos cenas de ação, Padilha lança novo “Robocop”

Filme que lidera bilheterias internacionais estreia em Porto Alegre nesta sexta

Robocop, do brasileiro José Padilha, estreia amanhã <br /><b>Crédito: </b> Sony Pictures / Divulgação / CP
Robocop, do brasileiro José Padilha, estreia amanhã
Crédito: Sony Pictures / Divulgação / CP
Robocop, do brasileiro José Padilha, estreia amanhã
Crédito: Sony Pictures / Divulgação / CP

O diretor José Padilha chega nesta sexta-feira às telas brasileiras com o remake do cult dos anos 80 “Robocop”. Aclamado com o filme “Tropa de Elite”, neste seu primeiro projeto nos EUA, Padilha explora, no filme, preocupações existenciais e políticas próprias da atualidade. Em meio a tiros e efeitos especiais surge o debate sobre o lugar dos drones na sociedade civil. A produção já estreou em algumas regiões do mercado internacional, liderando bilheterias e colocando o nome do diretor carioca, 46 anos, em uma seleta lista mundial.

A ação de “Robocop” começa em Detroit no ano de 2028, com um programa de televisão do apresentador de ultradireita Pat Novak (Samuel L. Jackson), um aliado da OmniCorp, a mega corporação comandada por Raymond Sellars (Michael Keaton) que fabrica robôs-soldados.


Ao contrário do filme original de Paul Verhoeven, de 1987, nesta versão o exército americano já utiliza os robôs da OmniCorp nos combates no Oriente Médio, mas o uso civil das máquinas está proibido. Para satisfazer as inquietações do povo americano, Sellars encomenda a Dennett Norton (Gary Oldman), um cientista eticamente ambíguo, a produção de um policial com a precisão de um robô e as emoções de um ser humano. O resultado é o oficial Alex Murphy (Joel Kinnaman), gravemente ferido e com a cabeça amputada, transplantado a um androide, para criar empatia humana.

Kinnaman, ator sueco de 34 anos, é conhecido como o policial Stephen Holder na série “The Killing”. Já o doutor Norton é vivido intensamente por Gary Oldman, que tem com Robocop, definida por ele mesmo, “relação similar à de Frankenstein e seu monstro”. Com menos cenas de ação do que os fãs costumam ver, “Robocop” já começou a receber elogios. E visto no Imax, o primeiro filme de diretor brasileiro de 140 milhões de dólares ganha intensidade.

Assista ao trailer:




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Fonte: Marcos Santuario / Correio do Povo







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