Correio do Povo

Porto Alegre, 19 de Junho de 2013


Porto Alegre
Agora
13ºC
Amanhã
13º 17º


Faça sua Busca


Esportes > Futebol

ImprimirImprimir EnviarEnviar por e-mail Fale com a redaçãoFale com a redação Letra Diminuir letra Aumentar Letra

07/03/2013 11:36 - Atualizado em 07/03/2013 11:37

Organizada do Palmeiras briga com jogadores na Argentina

Goleiro Fernando Prass ficou ferido após arremesso de copos

Organizada do Palmeiras briga com jogadores na Argentina<br /><b>Crédito: </b> Juan Mabromata / AFP / CP
Organizada do Palmeiras briga com jogadores na Argentina
Crédito: Juan Mabromata / AFP / CP
Organizada do Palmeiras briga com jogadores na Argentina
Crédito: Juan Mabromata / AFP / CP

Revoltados com a derrota do Palmeiras para o Tigre, nesta quarta-feira, em Victoria, integrantes da Mancha Alviverde transformaram a sala de embarque do Aeroparque, em Buenos Aires, em uma praça de guerra. Os jogadores haviam feito compras no free shop e aguardavam sentados pelo voo para o Brasil, marcado para as 11h05min. Nesse momento, os uniformizados encontraram com os atletas. Um integrante da facção, menos exaltado, foi cobrar Wesley, com o dedo apontado para o meia:

"Você não está jogando nada, c...Tem que honrar essa camisa, p...", disse. Poucos segundos depois outros torcedores chegaram ao local, mais exaltados: "Cadê o falador? Cadê o falador?", em referência a Valdivia. Quando avistaram o chileno tomando um lanche em uma mesa um pouco distante de onde estavam os atletas, foram para cima do camisa 10. Os ânimos se exaltaram e o ambiente se transformou em uma praça de guerra.

Fuga para o banheiro

Os seguranças e os companheiros de Valdivia tentaram intervir, mas não deu certo. Copos voaram e explodiram na parede de madeira da lanchonete. Um desses vidros cortou a cabeça do goleiro Fernando Prass, que prontamente foi atendido pelo médico Rubens Sampaio. O massagista Serginho o auxiliou.

Enquanto o goleiro era atendido, era possível ver gotas de sangue abaixo dele, no chão. A quantidade de sangue não era pequena. Valdivia correu para o banheiro e contou com a ajuda do segurança Adalto, um dos mais antigos do clube. O chileno ficou postado atrás do funcionário, sem pronunciar uma palavra.

O zagueiro Maurício Ramos se colocou ao lado do Mago, com o semblante de pânico por toda a situação que os jogadores tiveram de passar antes de pegarem o avião Henrique e Bruno, dois dos líderes do grupo, tentaram dialogar com os integrantes da facção.

O clima antes da partida, no estádio José Dellagiovanna, estava ruim. Os cerca de 50 representantes da Mancha cobraram o presidente Paulo Nobre e chamaram Valdivia de "vagabundo e cachaceiro".

Bookmark and Share


Fonte: Lancepress






O que você deseja fazer?


Busca

EDIÇÕES ANTERIORES

Acervo de 09 de Junho de 1997 a 30 de Setembro de 2012. Para visualizar edições a partir de 1 de Outubro de 2012, acesse a Versão Digital do Correio do Povo. No menu, acesse “Opções” e clique em “Edições Anteriores”.