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07/03/2013 21:32 - Atualizado em 07/03/2013 21:59

São Paulo tropeça e cede empate ao Arsenal de Sarandi

Resultado de 1 a 1 pode complicar paulistas na briga por classificação à fase eliminatória da Libertadores

Resultado de 1 a 1 pode complicar paulistas na briga por classificação à fase final da Libertadores<br /><b>Crédito: </b> Yasuyoshi Chiba/AFP/CP
Resultado de 1 a 1 pode complicar paulistas na briga por classificação à fase final da Libertadores
Crédito: Yasuyoshi Chiba/AFP/CP
Resultado de 1 a 1 pode complicar paulistas na briga por classificação à fase final da Libertadores
Crédito: Yasuyoshi Chiba/AFP/CP

Longe do Morumbi por conta de uma punição da Conmebol, o São Paulo empatou por 1 a 1 com o Arsenal de Sarandi, na noite desta quinta-feira, no Pacaembu, pela Libertadores. Jadson abriu o placar com um golaço, mas um apagão no início da segunda etapa deu a chance de Benedetto empatar de pênalti para os argentinos. O Tricolor pressionou até o último minuto, mas, graças ao goleiro Campestrini, o Arsenal conseguiu um pontinho no Brasil.

Com o empate dentro de casa, os tricolores seguem na segunda posição do grupo 3 com quatro pontos somados, mas isso poderá mudar dependendo do resultado do duelo entre Atlético-MG, que é o líder, e The Strongest (BOL), que até então soma três pontos com um jogo a menos.

A primeira etapa no Pacaembu foi movimentada, com chances ofensivas para as duas equipes. O São Paulo, melhor ofensivamente, fez jus o placar de 1 a 0. Foram duas bolas na trave do goleiro Campestrini: uma de Aloísio e outra de Osvaldo, em jogadas individuais.

Com boas investidas pelos lados do campo, usando ultrapassagens e tabelas, os laterais auxiliavam os atacantes, Aloísio e Osvaldo, que atuavam abertos. Os argentinos foram recuando com o passar dos minutos, mas sem abdicar do ataque. Minutos antes do Tricolor anotar o seu tento, Furch perdeu um gol claro na cara de Rogério Ceni. Mas na sequência, Aloísio arrancou pela direita, tirou dois marcadores e rolou de calcanhar. Jadson fuzilou para o gol e a bola ainda estourou no travessão antes de quicar dentro do gol.

Apagão e pressão sem efeito

Quando o árbitro Wilmar Roldán, da Colômbia, apitou o início da segunda etapa, o São Paulo foi do céu ao inferno em três minutos. Em jogada pela direita, Carmbonero cruzou e a bola bateu na mão de Cortez. O juiz assinalou a penalidade. Benedetto fez o famoso "golaço de pênalti", bateu firme, com muita força e no canto esquerdo, sem chances para o goleiro.

E o apagão do São Paulo continuou. Nos próximos dez minutos, mais duas bolas perigosas levaram perigo no espaço entre Douglas e Lúcio. Com o jogo amarrado, Ney Franco colocou Ganso em campo para tentar aproveitar melhor a posse de bola, o que melhorou o controle paulista. Rodando a bola, o time começou a achar espaços e obrigar o goleiro argentino a fazer milagres. Jadson, que fez boa partida, chegou a acertar mais uma bola na trave.



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Fonte: Lancepress






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